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MANUTENÇÃO E MONTAGEM

NOTICIA

27/05/2024

Como descobrir o que o Google sabe sobre você

Site permite revisar informações armazenadas por serviços como Gmail, YouTube e Maps. Entre outros itens, aplicativos da empresa mantêm alguns dados pessoais e registros sobre sua navegação na internet. Fachada do Google em Irvine, Califórnia Reuters/Mike Blake Os serviços do Google, como Gmail, YouTube e Maps, coletam uma série de dados dos usuários para funcionarem. Entre eles, por exemplo: Informações pessoais (nome, data de nascimento, gênero e telefone, além do e-mail); Histórico de navegação e vídeos assistidos; Registro de cartões, caso o usuário tenha efetuado algum pagamento dentro das plataformas; Aplicativos baixados. Os detalhes sobre o que cada plataforma tem acesso estão disponíveis em um painel da empresa, disponível neste link. A ferramenta permite apagar alguns dados da conta e mudar as preferências sobre por quanto tempo elas ficam armazenadas. Veja abaixo como revisar o que está salvo na sua conta do Google. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Dados pessoais Ao clicar em "Informações pessoais" no painel do Google (ou neste link), é possível revisar foto de perfil, nome, data de nascimento e gênero salvos na sua conta, além de e-mail e telefone. LEIA MAIS: O que explica declínio dos apps de namoro? 'Stalking': saiba quando a perseguição na internet se torna crime Na página, há a seção "Escolha o que as outras pessoas podem ver", que reúne o que fica público no seu perfil. Além dos dados acima, a página pode reunir sua formação escolar e sua experiência profissional, caso você tenha informado isso ao Google em algum momento. O painel também tem a página "Pagamentos e assinaturas", que reúne dados usadas em transações. Nesta área, a seção sobre formas de pagamento (também disponível neste link) mostra cartões de crédito salvos na conta. Histórico de navegação Os serviços do Google fazem registros de sua atividade na internet enquanto sua conta está logada. Essas informações podem ser encontradas ao abrir a página "Dados e privacidade" e buscar a seção "Suas atividades e os lugares em que esteve" (link). A ferramenta reúne registros para os seguintes casos: Atividade na Web e de apps: registros sobre uso de sites e apps do Google, como busca, Chrome, Maps, Play Store, Tradutor, entre outros; Histórico de localização: locais que você visitou com seus dispositivos, mesmo quando não estava usando um serviço do Google ? a lista de aparelhos vinculados na conta pode ser acessada neste link; Histórico do YouTube: vídeos assistidos e pesquisas feitas com a sua conta no serviço. Para os três casos, há como definir em quanto tempo os dados serão excluídos automaticamente. O Google também permite desativar o armazenamento dos dados e excluir registros salvos até então. Google permite revisar registros que são feitos durante navegação em seus aplicativos Reprodução/Google Conteúdo de aplicativos A ferramenta também permite encontrar em um só local conteúdos que você salvou nos serviços da empresa, incluindo comentários no YouTube, endereços no Maps, arquivos no Google Drive e contatos. Para acessar as informações, siga estes passos: Na página inicial do painel, clique em "Dados e privacidade"; Busque pela seção "Dados de apps e serviços que você usa"; Em "Apps e serviços", clique no ícone de seta para direita próximo a "Conteúdo salvo dos Serviços do Google". Também em "Dados de apps e serviços que você usa", há o trecho "Apps de terceiros com acesso à conta". Ele permite revisar quais informações da sua conta são compartilhadas com outros serviços. Ao selecionar este item, é possível acessar retirar o acesso para os que você não usa mais. Ferramenta do Google reúne conteúdos que usuário salvou nos serviços da empresa Reprodução/Google Saiba como buscar pontos de doação de alimentos no Google Maps Google Maps ganha recurso para pesquisar pontos de doação de alimentos em todo o Brasil Initial plugin text

25/05/2024

ICQ vai sair do ar após 28 anos

Serviço de mensagens deixa de funcionar no dia 26 de junho. Programa foi bastante popular nos anos 2000 e chegou a ter mais de 100 milhões de usuários no mundo. Mensagem em inglês no site do ICQ anuncia o fim do serviço Reprodução "Uh-oh". O som do ICQ, popular nos computadores dos brasileiros no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, vai soar pela última vez em 26 de junho, informou a VK, dona do serviço de mensagens instantâneas. A VK, da Rússia, disse no site do mensageiro que "o ICQ vai parar de funcionar em 26 de junho. Você pode usar o VK Messenger para falar com seus amigos e o VK WorkSpace com seus colegas de trabalho". O ICQ foi um dos primeiros serviços de mensagens instantâneas para o computador, junto com o Microsoft MSN Messenger e o AOL Instant Messenger. O programa foi criado em 1996 pela companhia israelense Mirabilis e vendido para a AOL em 1998. O chat chegou a registrar 100 milhões de usuários em todo o mundo em 2001. Ao longo do tempo, o serviço perdeu relevância e foi substituído por mensageiros mais modernos, como o WhatsApp. Em 2010, o programa foi vendido para a Digital Sky Technologies, dona do serviço VK, um clone russo do Facebook. Atualmente, o ICQ tinha versões para a web, computadores e celulares Android e iOS. Tela do ICQ mais recente em um celular Reprodução Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

25/05/2024

As pessoas que querem ter celulares menos inteligentes - e por que empresas não querem mais fabricá-los

Autoproclamados neo-luditas (pessoas que rejeitam tecnologias), algumas pessoas estão buscando celulares com menos recursos. Especialistas da indústria apontam margens de lucro precárias e um mercado instável em torno dessa necessidade específica. Alguns consumidores estão voltando a usar dispositivos mais antigos e simples Getty Images/Via BBC O iPhone completa 17 anos este ano. O lançamento do dispositivo com controle por tela sensível ao toque (touchscreen) marcou um momento que definiu nossas expectativas em relação aos smartphones desde então. Quase uma geração inteira cresceu sem conhecer a vida sem um smartphone. Tempo suficiente se passou para que as pessoas aprendessem sobre os benefícios e malefícios desses dispositivos em suas vidas, seja por inúmeros estudos científicos, seja por suas próprias experiências. ?Muitas pessoas estão agora cientes dos custos de ter o mundo ao alcance dos dedos. E estão rejeitando as maneiras como esses telefones podem prejudicar a concentração, afetar o sono e agravar problemas de saúde mental. Existem várias maneiras relativamente simples de lidar com essas questões, como instalar aplicativos que limitam o tempo de tela. No entanto, algumas pessoas estão decidindo ir mais longe, voltando a um tempo antes da conexão constante. ??Elas estão migrando para dumbphones (em oposição ao smartphone), um termo abrangente para celulares com funções básicas, como chamadas, mensagens de texto e alarmes. Alguns dumbphones lembram os celulares flip dos anos 90. Outros são produtos de nicho, de alto padrão, que proporcionam uma experiência de smartphone simplificada a um custo surpreendentemente alto. Em alguns casos, pais preocupados estão optando por esses dispositivos como uma forma de manter seus filhos longe das distrações de um smartphone. Mas o mercado também inclui: idosos que desejam algo simples; trabalhadores em indústrias pesadas, como construção civil ou agricultura, que precisam de aparelhos resistentes; e usuários comuns que não podem pagar o preço médio de um smartphone, muitas vezes acima de US$ 500 (R$ 2.040), sendo que os smartphones topo de linha podem custar até US$1.600 (R$ 6.630). No Brasil, o valor de um iPhone pode chegar a cerca de R$ 14 mil. Abandonar esses dispositivos também se tornou uma tendência: adolescentes desesperados para escapar das redes sociais estão se autoproclamando neo-luditas. Eu sabia que precisava tentar também. Crescendo em uma casa sem consoles de videogame no início dos anos 2000, jogava Halo e Borderlands na casa de amigos até ficar tonto e desorientado. Mais tarde, como repórter de jornal, absorvia a enxurrada de informações do Twitter entre os prazos de entrega e depois passava horas rolando notícias quando chegava em casa. Durante a pandemia, abandonei o Twitter, mas sucumbi ao Instagram Reels. A sensação de estar sempre conectado corroía meu bem-estar. Sair do universo dos smartphones parecia perfeito para mim. No entanto, fazer isso, na prática, foi um pouco mais difícil do que eu esperava. Primeiro, tive dificuldade para conseguir um dumbphone. Havia poucas opções e menos recomendações ainda, um contraste gritante com os milhões de análises de smartphones na internet. Finalmente encontrei um site do escritor e defensor dos dumbphones Jose Briones, que oferece um "localizador de dumbphones". Acabei escolhendo um CAT-S22, um celular flip semi-inteligente, que tem acesso a aplicativos como Google Maps. Custou US$ 69 (R$ 352) e termina qualquer chamada com um estalido satisfatório. Quanto mais aprendia sobre dumbphones, mais percebia que a falta de análises não era necessariamente o motivo pelo qual eu estava tendo dificuldade em encontrar um aparelho. Apesar da demanda crescente, entendi que os fabricantes de celulares têm pouco ou nenhum interesse em oferecer esses dispositivos. Com os smartphones representando a grande maioria de todas as novas vendas de celulares, os gigantes da tecnologia têm pouco incentivo econômico para continuar produzindo novos dumbphones ou atualizando suas linhas existentes. Economia precária Embora pequeno, existe um mercado para os dumbphones. ??Nos EUA, dados de agosto de 2023 da Counterpoint Research mostram que os feature phones (ou telefone básico inteligente) ? um tipo de dumbphone básico com capacidades reduzidas ? compõem apenas 2% do mercado de celulares. Isso representa apenas uma pequena fração, mas ainda são muitos dispositivos. ??A Counterpoint estimou que as vendas de feature phones nos EUA chegariam a 2,8 milhões até o final do ano. "Os feature phones permanecem consistentes nos EUA, pois seu design simples, acessibilidade e resistência ainda atendem a públicos específicos", segundo a empresa. "Embora não haja um aumento significativo no mercado de feature phones, existem necessidades constantes que criam uma demanda estável para esses aparelhos em um mercado dominado pelos smartphones." Jim Roberts, professor de Marketing na Hankamer School of Business da Universidade Baylor, no Texas (EUA), afirma que uma proporção surpreendente dos dumbphones do mundo é vendida nos EUA ? ele estima cerca de 20%, embora os dados de mercado variem consideravelmente. "[Os consumidores] estão percebendo que não estão mais felizes, ou estão menos felizes, do que gostariam de estar", diz Roberts. "E eles passam tanto tempo em seus smartphones que estão vendo o celular como o culpado." De acordo com o Statista Market Insights, o mercado global total de feature phones deve gerar uma receita de US$ 10,6 bilhões (R$ 54 bilhões) este ano. No entanto, embora os fabricantes de telefones obtenham somas notáveis com as vendas de feature phones, eles têm dificuldade em lucrar com o hardware simplificado. E geralmente não vale a pena, economicamente, tentar melhorar esse negócio, especialmente porque os telefones costumam ser apenas uma pequena divisão de suas empresas como um todo. Muitas dessas gigantes da tecnologia geralmente geram receita com software ou hardware altamente especializado, pelo qual os consumidores estão dispostos a pagar preços elevados. Elas também têm fontes de receita muito diversificadas. A Samsung, por exemplo, ganha bilhões todos os anos com sua divisão de semicondutores. ??Simplesmente, essas empresas têm pouco incentivo para atender aos usuários de dumbphones, cujo potencial de receita é relativamente pequeno ? isso se conseguirem sequer tornar a fabricação desses dispositivos economicamente viável. Além disso, especialistas dizem que a enorme quantia que as gigantes da tecnologia podem cobrar pelos smartphones sugere que elas não darão prioridade aos usuários de feature phones tão cedo. Briones, que deixou de usar smartphones em 2019, explica que as grandes empresas de tecnologia não querem que os dumbphones superem seus modelos mais chamativos e caros. "As grandes empresas de tecnologia não querem nada que reduza o uso de smartphones, pois não ganham dinheiro com o hardware do dispositivo", diz ele. Uma alternativa viável? Para as empresas que ainda oferecem dumbphones, Thomas Husson, vice-presidente e principal analista da Forrester Research, não espera que muitas delas consigam sobreviver ? ou pelo menos continuar fabricando esses dispositivos a longo prazo. Além das margens de lucro precárias, há também o problema de que a tecnologia que sustenta esses dispositivos se tornará tão obsoleta que eles não poderão mais funcionar. Por exemplo, os usuários de dumbphones em todo o mundo ficarão sem sorte se as redes 2G e 3G que garantem sua funcionalidade desaparecerem completamente. Além disso, muitos empregos ? mesmo em posições de baixa remuneração ? exigem que os funcionários possuam celulares com capacidades de aplicativos. No fim das contas, pode não haver clientes suficientes para sustentar mesmo o modelo de negócios mais inteligente. No entanto, pode haver uma maneira para as empresas de dumbphones sobreviverem. Para serem economicamente viáveis, argumenta Husson, as empresas poderiam "desenvolver uma marca premium de nicho para alcançar esses segmentos". De fato, algumas startups estão tentando capturar esse mercado especializado e encontrar sucesso econômico ? oferecendo uma espécie de releitura moderna do feature phone. A Light, sediada em Nova York, cria "Light Phones" customizáveis que minimizam a exposição à internet, redes sociais e outras distrações. "O que estamos tentando fazer com o Light Phone não é criar um dumbphone, mas sim um telefone mais intencional ? um telefone premium e minimalista ? que não é inerentemente anti-tecnologia", disse Joe Hollier, cofundador da Light, à CNBC em 2023. O dispositivo atualmente custa US$ 299 (R$ 1.525) ? comparável a modelos de smartphones de baixo ou médio custo. É um preço alto para um telefone simplificado, mas a única maneira para a empresa tornar um produto de nicho economicamente viável. Ao contrário dos feature phones, que geralmente são vendidos por seu baixo custo ou robustez, os telefones da Light são destinados a usuários conscientes que buscam um detox digital e desejam alguma conectividade sem sacrificar estilo ou funcionalidade. O Light Phone de Briones faz chamadas, envia mensagens de texto e tem funções básicas de aplicativos, tudo visualizado através de uma tela de tinta eletrônica (e-ink) semelhante a um e-reader. Ele também pode ter um calendário, obter direções, transmitir podcasts e música e fazer anotações. "É um bom conjunto de funcionalidades com o qual aprendi a viver", diz ele. No início deste ano, a marca suíça Punkt também lançou um smartphone simplificado por US$ 750 (cerca de R$ 3.825). Eles apostam que consumidores de alto padrão se interessarão por um hardware que se assemelha aos smartphones a que estão acostumados. A Punkt se voltou para a abordagem de dumbphone de luxo; em 2015, a empresa ofereceu um feature phone que se parecia com um iPhone, mas que só fazia chamadas, enviava mensagens de texto e tinha um calendário e um relógio. Não deu certo. Esses novos dispositivos também terão que competir com outros modelos de negócios destinados a atrair usuários que desejam reduzir sua dependência digital, mas que podem querer fazer isso de uma maneira mais suave do que uma transição completa de hardware. Essa é a estratégia da Ghost Mode, uma empresa sediada nos EUA. Em vez de vender seu próprio telefone, a empresa reprograma essencialmente um smartphone Google Pixel 6a de acordo com as especificações do cliente, com todos os aplicativos necessários. Depois disso, a Ghost Mode bloqueia o telefone nessas configurações. Como a maioria desses produtos de nicho, esse serviço não é barato, custando US$ 600 (cerca de R$ 3 mil), mas pode atrair consumidores de alto padrão mais do que a opção de abandonar seus smartphones completamente. Apesar desses novos participantes e do interesse crescente por telefones mais simples, o sucesso ainda é incerto. A Bullitt, fabricante licenciada do CAT S-22 que comprei, fechou as portas um dia antes de meu telefone chegar. Apesar das notícias, experimentei o hardware por cerca de uma semana. Ele me permitia fazer chamadas, enviar mensagens de texto e usar alguns aplicativos que eu usava para manter contato com amigos e familiares. Meu uso total da internet caiu para apenas uma hora por dia. Eu conseguia me concentrar melhor no meu entorno, em livros e em música. Mas senti falta do meu aplicativo de biblioteca. Então, voltei para o meu Samsung Galaxy A32 bastante desgastado ? com uma ressalva. Instalei o Minimalist Phone, um aplicativo que elimina os ícones chamativos de aplicativos e fundos em favor de uma interface em preto e branco. Mantive o Messenger, WhatsApp e Discord para manter contato, mas quase todos os outros aplicativos não essenciais foram descartados. Não sinto falta deles. Vídeos Pesquisa mostra que brasileiros passam em média 56% do dia em frente a telas de smartphones e computadores: Brasileiros passam em média 56% do dia em frente a telas de smartphones e computadores

25/05/2024

Trocou de celular? Saiba como não perder suas mensagens de WhatsApp

A plataforma tem um recurso de backup que ajuda a recuperar mensagens e arquivos de conversas. A qualidade da conexão de internet e a quantidade de mensagens, porém, podem interferir no processo. WhatsApp Reuters/Thomas White O WhatsApp tem um recurso de backup que ajuda a recuperar mensagens e arquivos de conversas em caso de troca de celulares. Para isso, é preciso ter conexão à internet e espaço na memória. Os aparelhos com Android precisam ter uma conta do Google ativa. No iPhone, é preciso ter uma conta do iCloud. ? Como fazer backup do WhatsApp Abra as configurações do WhatsApp (o ícone de três pontos no Android ou o botão de "Ajustes" no iPhone); Selecione "Conversas"; Clique em "Backup de conversas"; Escolha a opção "Fazer backup". Esse processo fará o WhatsApp criar um arquivo que poderá ser usado caso você precise configurar sua conta em outro dispositivo. No Android, o conteúdo fica salvo na memória local e na sua conta do Google Drive, enquanto no iPhone, o backup vai para o iCloud (veja abaixo como economizar "memória"). Na tela "Backup de conversas", também é possível configurar o mensageiro para fazer cópias das suas mensagens de forma automática. O aplicativo oferece opções de backups diários, semanais ou mensais. ? Como deixar o backup mais rápido A qualidade da conexão de internet e a quantidade de mensagens podem tornar a criação do backup e a restauração de mensagens mais lenta. Para agilizar o processo e evitar cobranças por uso de dados móveis (a internet do celular), o recomendado é criar o backup e recuperar conversas pelo Wi-Fi. Por padrão, o WhatsApp só permite fazer isso por meio deste tipo de rede. Mas o aplicativo também dá a opção de realizar o backup em redes 4G ou 5G, por exemplo. Para isso, é preciso ativar o recurso seguindo este caminho: Configurações > Conversas > Backup de conversas > Fazer backup usando dados móveis. Outra saída é deixar o backup mais leve, excluindo arquivos que você não quer mais. É possível apagar o conteúdo manualmente nas conversas ou configurar o app para não considerar vídeos no backup, por meio deste caminho: Configurações > Conversas > Backup de conversas > Incluir vídeos. ? Como economizar 'memória' O espaço de armazenamento do celular, mais conhecido como "memória", pode ficar comprometido se o arquivo com seu histórico de conversas for muito grande. Para economizar esse espaço valioso, salve o backup no Google Drive, se o aparelho for Android, ou no iCloud, se for um iPhone. Para configurar o backup com o Google Drive, siga este passo a passo abaixo: Arte mostrando o passo a passo para ativar o backup do Android no Google Dirve. Luisa Rivas, g1 Arte mostrando o passo a passo para ativar o backup do Iphone no iCloud Luisa Rivas, g1 ?? Fale com o suporte do WhatsApp Há duas opções para entrar em contato com o suporte da plataforma em caso de falhas: pelo próprio aplicativo ou pelo site. O WhatsApp não oferece suporte por telefone. Para enviar solicitações pelo WhatsApp, siga este caminho: Configurações > Ajuda > Fale conosco. Descreva o problema no campo de mensagem e clique em "Avançar". No site: Entre no site oficial e escolha a opção mais adequada para receber ajuda. Preencha o formulário com o número do telefone, e-mail e sistema operacional onde o WhatsApp foi instalado. Depois, escreva a sua solicitação na caixa de texto. Feito isso, basta enviar os questionamentos. Como se proteger de golpes no WhatsApp Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger

24/05/2024

Netflix aumenta preços de assinaturas no Brasil; veja novos valores

Reajuste da assinatura do serviço de streaming começa a valer nesta sexta-feira (24). Planos ficaram até 12% mais caros. Netflix Reuters/Dado Ruvic A Netflix anunciou um reajuste nos preços de seus três planos, que começa a valer nesta sexta-feira (24). Agora, a categoria mais cara do serviço de streaming, que permite acesso simultâneo a até quatro telas com qualidade 4K, custa R$ 59,90 por mês. O maior aumento percentual aconteceu no plano padrão, que oferece acesso simultâneo em dois dispositivos com qualidade Full HD e ficou 12% mais caro. Veja abaixo os novos preços da Netflix. Padrão com anúncios: de R$ 18,90 para R$ 20,90 por mês (aumento de 10%) Padrão: de R$ 39,90 para R$ 44,90 (aumento de 12%) Premium: de R$ 55,90 para R$ 59,90 por mês (aumento de 7%) Procurada pelo g1, a Netflix afirmou que reajusta preços das assinaturas para oferecer mais opções de filmes e séries aos assinantes. "Oferecemos uma variedade de preços e planos que se ajustam a diversas necessidades. Para oferecer cada vez mais opções de entretenimento aos nossos assinantes, ocasionalmente atualizamos nossos preços. A partir de hoje, nossos preços no Brasil começam a partir de R$ 20,90", disse a empresa. Este é o primeiro reajuste anunciado pela Netflix no Brasil desde 2021, quando os preços aumentaram até 21%. Em fevereiro, o Amazon Prime também reajustou sua assinatura e ficou 33% mais caro. LEIA TAMBÉM: 'Mais independente': 1º paciente da Neuralink conta como é ter chip no cérebro Empregada doméstica usa Google Maps para provar vínculo com patrões O que são chaves de acesso e por que elas podem pôr fim ao login com senha em apps e redes sociais Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes

24/05/2024

Projetor Full HD: g1 testa 3 modelos para ter um cinema em casa

Modelos avaliados vão de 100" a 300" de tamanho máximo de projeção. Veja o resultado dos testes feitos com modelos da Epson, LG e Samsung. Guia de Compras: Projetores Veronica Medeiros/g1 Nem todo mundo tem R$ 1 milhão sobrando para gastar em uma TV gigante. Mas, pelo preço de um televisor 4K de 55" ou menos, dá para levar para casa um projetor conectado com resolução Full HD (1.920 x 1.080) e "criar" um telão de 100 polegadas ou mais na sala. ? Escolher um produto desses requer planejamento. Antes de qualquer coisa, é preciso verificar se existe espaço no ambiente para conseguir exibir as imagens em tamanhos gigantes. ? Clique aqui para seguir o canal do Guia de Compras do g1 no WhatsApp Quanto maior a distância entre o projetor e a tela/parede, maior será o tamanho da imagem. Até dá para projetar no teto, mas fica meio incômodo para ver, não? Também é bom checar o estado da parede: se não tem imperfeições (pregos, furos) que atrapalhem a projeção. Se tiver, a recomendação é gastar mais um pouco em uma tela específica de projeção. ?? O Guia de Compras testou três projetores com resolução Full HD que podem gerar imagens de 30 a 300 polegadas e custavam menos de R$ 4.500 nas lojas on-line em maio. ? Os aparelhos avaliados foram: Epson EpiqVision FH-02 LG CineBeam Smart PF510Q Samsung The Freestyle 2 ?? Os modelos contam com recursos de Smart TV integrados, com apps de streaming e compartilhamento de tela do celular ou notebook, e conectividade com dispositivos externos pela porta HDMI. Todos dividem um problema: a qualidade do som, que é fraquinha. É recomendável usar o projetor com um alto-falante, fones de ouvido ou uma soundbar conectados por bluetooth. Foram avaliados a facilidade de uso, o brilho da imagem e os recursos adicionais dos projetores. Veja o resultado do teste a seguir e leia a conclusão no final. Epson EpiqVision FH-02 O Epson EpiqVision FH-02 consegue projetar as maiores imagens entre os modelos do teste, atingindo de 30 até 300 polegadas. Para chegar a tanto, precisa de bastante espaço em casa, quase 8 metros entre parede e projetor. Nas lojas da internet, o Epson também era o modelo mais caro do teste, sendo vendido na faixa de R$ 4.200 no meio de maio. Sua garantia é de 2 anos. O projetor tem um design retangular (mede 32 x 21,1 x 8,2 cm) com acabamento em plástico. Apesar de portátil, é o mais pesado (2,6 kg) entre os três avaliados. Projetor Epson FH-02 durante uso Henrique Martin/g1 O uso é bastante simples. O equipamento roda sistema Android TV (uma versão parecida com a usada nos celulares) e tem uma configuração rápida e fácil. Basta digitar a senha do wi-fi, entrar com a conta do Google e começar a projetar. Também dá para configurar pelo celular usando o aplicativo Google Home. O sistema permite baixar games na Play Store, assim como traz as principais plataformas de vídeo sob demanda ? Globoplay, Netflix, Amazon Prime Video, Max, Disney+, entre outras, que vêm em versões mais recentes dos apps. O projetor conta com dois controles remotos, um simplificado com microfone para uso com comandos de voz e outro para acessar as configurações mais avançadas do equipamento. Apesar de ter uma porta HDMI disponível, o projetor já vem com ela ocupada por um item que a fabricante chama de Dongle Epson. Projetor Epson FH-02 visto de lado com o Dongle Epson conectado Henrique Martin/g1 Esse item nada mais é do que um dispositivo para ver streaming (como Roku Express, Amazon Fire TV Stick e Apple TV, entre outros). Se quiser ligar outro aparelho, como um computador ou videogame, é preciso retirar o Dongle Epson. E aí o projetor perde a conectividade. Na qualidade de imagem, o Epson EpiqVision FH-02 tem o brilho mais forte dos três projetores, com 3.000 lúmens (medida que indica o fluxo de luz; quanto maior, melhor será o brilho da imagem). Esse número em lúmens é bastante acima dos modelos da Samsung (230 lúmens) e LG (450 lúmens). Isso ocorre por conta da capacidade máxima do tamanho da tela (300?) que ele é capaz de gerar. O da LG chega a até 120 polegadas, e o da Samsung, 100". Segundo a Epson, para projetar uma tela de 30 polegadas, é preciso ter uma distância de 70 cm entre parede/tela e equipamento. Entre 100 e 120?, entre 2,6 e 3,1 metros. As 300? precisam de 7,9 metros entre parede e projetor. O produto tem ajustes manuais de foco e da proporção das de imagens (chamado keystone, que evita que a imagem fique em formato de trapézio, independente do ângulo que está o projetor). Durante os testes, foi possível projetar cerca de 100 a 120 polegadas na parede. Para comparação, ficou pouco maior que o comprimento de uma cama de solteiro (1,88m). Projeção do Epson em tamanho de tela em torno das 100" fica maior que a largura de uma cama de solteiro Henrique Martin/g1 Foi o projetor em que deu para ver as imagens com melhor qualidade durante o dia, com a janela aberta. À noite, no escuro, as imagens ficaram excelentes e muito nítidas. Em um teste mais distante, foi possível ficar a uns 5 metros e arriscar a projeção em um armário que vai de parede a parede (com 3 m de largura, aproximadamente). Veja abaixo. Projeção acima de 100" com o Epson FH-02 Henrique Martin/g1 Reduzir o tamanho da tela pode ser um problema, já que imagens menores (em um teste com 70 cm de distância) ficaram muito brilhantes e incomodaram os olhos, mesmo deixando o projetor com o brilho no modo econômico. Outro ponto negativo é o volume baixo. Os alto-falantes embutidos não conseguem atingir um volume muito alto ou envolvente, algo que se repete no projetor da LG e, em menor escala, no da Samsung. Para conseguir assistir filmes no streaming com melhor qualidade, foi preciso conectar o projetor a um alto-falante bluetooth. LG CineBeam Smart PF510Q O LG Cinebeam Smart PF510Q é um projetor compacto e o mais barato do teste. Ele projeta telas de até 120? e é mais brilhante que o da Samsung. Nas lojas on-line, era vendido por R$ 2.900 no meio de maio. O modelo tem um formato quadrado (14,8 x 14,8 x 6,65 cm) e pesa 1 kg. A garantia da fabricante é de 1 ano. LG CineBeam em funcionamento Henrique Martin/g1 Sua instalação é rápida e simplificada. O projetor usa o sistema WebOS 22, o mesmo utilizado nas Smart TVs da LG, e vem com um controle remoto com pilhas. O único passo adicional após o wi-fi é definir a posição do uso: se ficará pendurado no teto ou posicionado sobre uma mesa, com a projeção com o aparelho de frente para uma tela/parede ou traseira, em um vidro fosco específico para essa tarefa. O sistema WebOS já veio com vários apps pré-instalados, como Globoplay, Prime Video e Apple TV+. Dá para baixar novos apps sem cadastro na loja da LG. O LG Cinebeam é, dos três produtos, do teste, o que tem mais opções de conexões externas, de fácil acesso na parte traseira do projetor. São duas portas HDMI, uma porta RJ-45 (Ethernet) para internet por cabo e uma saída para fones de ouvido com fio. O produto permite conectar dois dispositivos bluetooth simultâneos ? como dois fones ou alto-falantes. Conexões do projetor LG CineBeam Henrique Martin/g1 Algo curioso do produto é que, após a configuração, toda vez que ele era ligado entrava sozinho como se estivesse conectado a um dispositivo pelo HDMI, sem ir direto para a tela principal do sistema. A qualidade de imagem do LG Cinebeam Smart PF510Q ficou no meio do caminho na comparação com os concorrentes. Seu brilho é bem menor (450 lúmens) que o do projetor da Epson (3.000 lúmens), mas mais que suficiente para projetar imagens nítidas e claras em menores tamanhos (entre 30? e 120?). Durante o dia, com luz ambiente, a imagem ficou um pouco opaca. À noite, funcionou muito bem com todas as luzes do quarto apagadas. Nos testes com a tela na faixa das 100-120?, a imagem ficou nítida e clara, como dá para ver abaixo. Projeção no LG CineBeam a 100" - na largura de uma cama de solteiro Henrique Martin/g1 Em projeções menores, o brilho foi bom para curtas distâncias, mais suave que o da Epson e mais claro que o da Samsung. O projetor conta com ajuste de foco manual e vem com recurso para correção automática da proporção de imagem (keystone). Outra comparação do LG Cinebeam com o projetor da Epson é a qualidade do som, baixa e de qualidade ruim. Nesse teste, um alto-falante externo bluetooth também salvou os filmes vistos. Samsung The Freestyle 2 O Samsung The Freestyle 2 é quase igual ao primeiro modelo (veja o teste), com quase nenhuma mudança perceptível. É o projetor com a menor luminosidade, mas o mais versátil na comparação com os aparelhos da LG e da Epson. Nas lojas da internet, o The Freestyle 2 custava na faixa dos R$ 3.500 em maio. A garantia é de 1 ano. A versatilidade do Samsung vem do seu formato: é um cilindro de menos de 10 cm de diâmetro com uma base basculante, que pesa ?menos de 1kg? (o número exato não foi divulgado pela fabricante). Projetor Samsung The Freestyle 2 Henrique Martin/g1 Por conta disso, sua lente não precisa ficar exatamente na horizontal para projetar a imagem, podendo ser movida para cima e para baixo em 180°. O modelo também conta com foco e ajuste de proporção de imagem (keystone) automáticos. Se precisar mover para os lados ou ajustar o ângulo, a imagem se encaixa em um formato correto (retangular) sozinha e corrige o foco em poucos segundos. A instalação do produto foi rápida e o The Freestyle 2 foi o único modelo que, ao ser ligado, baixou uma atualização de software. O sistema usado é o Tizen, que também faz parte das TVs inteligentes da marca. Veio com os principais serviços de vídeos on-line instalados (Globoplay, YouTube, Netflix, Prime Video) e conta com canais de TV gratuitos (Samsung TV Plus). Se, ao ligar o aparelho, você não escolher imediatamente um serviço, o projetor entra automaticamente na TV gratuita no primeiro canal da lista, mesmo que você não queira ver aquilo. Para baixar apps novos, é preciso criar uma conta Samsung ou utilizar uma já existente. O produto se conecta ao smartphone usando a plataforma SmartThings (disponível para celulares Android e iPhone). Além de espelhar a tela do telefone, o app ajuda a calibrar a qualidade de imagem da projeção. Projeção com o Freestyle 2, da Samsung, virado para cima, com 2 metros de distância entre teto e projetor Henrique Martin/g1 Ainda nos recursos extras do Freestyle 2, o modo Ambiente projeta imagens estáticas de quadros e fotos na parede e permite programar o desligamento automático do aparelho. Tem até uma projeção de estrelas, que pode ser uma decoração interessante para o quarto das crianças. O controle remoto do projetor utiliza uma bateria interna, que pode ser recarregada por cabo USB-C ou por ?energia solar, luz ambiente e ondas de radiofrequência?, de acordo com a fabricante. Dos 3 projetores do teste, o da Samsung é o mais limitado nas conexões externas. Tem apenas uma porta micro HDMI, que requer um adaptador que precisa ser comprado à parte por R$ 50 ou mais. A porta USB-C serve para conectar o cabo de energia. Conexões do Samsung The Freestyle 2 e marcas de sujeira do uso frequente da unidade enviada para testes Henrique Martin/g1 A qualidade da imagem era boa, mas o Freestyle tem pouca ?potência" luminosa. São apenas 230 lúmens, bem abaixo dos modelos da Epson e da LG, o que deixava ruim de ver durante o dia com luz no ambiente. É bom no escuro, mas menos vibrante que o da LG. O tamanho máximo da tela é de 100?. O som é nítido, com menos sensação de ?rádio de pilha? que o dos concorrentes. E, se for preciso, dá para conectar fones ou uma caixinha de som bluetooth para aprimorar a experiência. A Samsung não destaca muito as diferenças entre a primeira e segunda gerações do projetor Freestyle. Uma delas é que, se você usar dois Freestyle 2 sincronizados, pode criar uma tela única de até 160?. Outros guias de compras: NOTEBOOKS: g1 testa 3 modelos que custam mais de R$ 12 mil CELULAR: como limpar a lente da câmera do smartphone AR-CONDICIONADO: Dá para instalar sem furar a parede? TODOS OS GUIAS DE COMPRAS Conclusão CUSTO/BENEFÍCIO: O LG CineBeam Smart PF510Q é o modelo com a melhor relação custo/benefício da avaliação. Vendido por R$ 2.900, é o mais barato dos três aparelhos e consegue entregar uma imagem grande e brilhante para ambientes domésticos para quem procura até 120?. O modelo da Epson é indicado para quem quer ver uma tela realmente grande, acima das 100 polegadas e que tem espaço disponível que comporte essa projeção. O valor do Epson é pouco maior (R$ 4.200) que o da Samsung (R$ 3.500), com o brilho mais fraco dos três. RESOLUÇÃO X BRILHO: Se o projetor for usado apenas como substituto da TV, o ideal é que sua configuração tenha entre 500 e 1.000 lúmens de brilho para conseguir uma tela de 100". Quanto maior o brilho, melhor a experiência de "cinema em casa". Não é à toa que o Epson EpiqVision FH-02 tem 3.000 lúmens para conseguir chegar às 300?. PRECISO DE UMA TELA? Uma parede branca resolve o problema na maioria dos casos, ainda mais se for projetar algo até 80 a 100?. Para melhor resultado, porém, o indicado é ter uma tela específica de projeção. Nas lojas on-line, uma tela de 100" custava, em maio, entre R$ 600 e R$ 1.000. PRECISO DE SOM ADICIONAL? É uma boa ideia incluir uma soundbar ou alto-falante bluetooth na lista de compras na hora de escolher o projetor. Os sistemas internos dos projetores são bastante fracos. COMO FORAM ESCOLHIDOS OS PRODUTOS: Os projetores foram selecionados pela sua faixa de preço ? abaixo de R$ 4.500 ? e estavam disponíveis nas lojas da internet pesquisadas em maio. Os equipamentos foram enviados por empréstimo pelas marcas e serão devolvidos. DE OLHO NO PREÇO: Vale notar que modelos muito baratos à venda nas lojas on-line nem sempre entregam a qualidade e resolução que prometem. É comum encontrar modelos que prometem resolução ?4K? na faixa dos R$ 500 com brilho muito baixo, definição menor que HD e sem garantia do fabricante. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

24/05/2024

'Me tornou mais independente': primeiro paciente da Neuralink conta como é ter chip no cérebro

Noland Arbaugh usa implante que permite controlar um computador com o pensamento. Empresa de Elon Musk recebeu permissão nos Estados Unidos e já pode fazer implante em segundo paciente. Neuralink faz demonstração com 1º paciente a receber seu chip cerebral A primeira pessoa a receber o chip cerebral da Neuralink, do bilionário Elon Musk, tem apenas 15% dos conectores em funcionamento. Os demais se soltaram do cérebro, o que obrigou a empresa a "recalibrar" seu sistema para que o paciente siga usando o aparelho. A falha já havia sido revelada pela Neuralink no início do mês, mas foi detalhada na última quarta-feira (22) no The New York Times. Segundo o jornal, a empresa ajustou o sistema do chip para o paciente voltar a controlar um computador usando seus pensamentos. Noland Arbaugh, que perdeu o movimento abaixo do pescoço após bater a cabeça ao mergulhar em um lago, se candidatou para receber o chip nos testes da empresa de Musk. Mas admitiu que teve medo depois de ser escolhido como o primeiro a receber o implante. "Sou tetraplégico e tudo que eu realmente tenho é meu cérebro. Então, deixar alguém mexer lá e bagunçar é um grande compromisso. Eu queria ajudar e não queria deixar meus medos atrapalharem isso", disse Arbaugh à Wired. Ele tem a opção de deixar o estudo e retirar o implante no início de 2024, mas disse que espera seguir trabalhando com a Neuralink ? a empresa de Musk afirma que terminará o estudo em cerca de seis anos. "[O chip] me tornou mais independente e isso ajuda não só a mim, mas todos ao meu redor. Me faz sentir menos desamparado e menos um fardo", disse. "Além de estar curado, acredito que o que a maioria dos tetraplégicos deseja é independência". A Neuralink já pode implantar seu chip em uma segunda pessoa, depois de receber autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês), autoridade sanitária dos Estados Unidos. Confira abaixo como está o primeiro paciente da empresa de chips de Elon Musk. Nolan Arbaugh foi a primeira pessoa a receber um implante do chip da Neuralink, do bilionário Elon Musk Reprodução/Neuralink Quem é Noland Arbaugh? Noland Arbaugh nasceu em Yuma, cidade do Arizona com cerca de 100 mil habitantes. E trabalhava como monitor de acampamento em 2016, quando sofreu uma lesão de medula espinal no mergulho em um lago. Ele disse à imprensa dos EUA que bateu sua cabeça em algo e, então, sentiu seu corpo afundar. Após voltar a superfície, não conseguia mais movimentar braços e pernas. Desde então, ele usa cadeira de rodas para se deslocar. E, até receber o chip da Neuralink, Arbaugh não achou bons dispositivos para ajudar pessoas com paralisia a controlarem outros aparelhos. A saída era pedir que alguém colocasse um bastão em sua boca que o ajudava a usar um tablet. Antes do implante da Neuralink, Noland Arbaugh precisava usar bastão na boca para usar aparelhos eletrônicos Reprodução/Neuralink Em 2023, um amigo contou a Arbaugh sobre o teste que a Neuralink faria em humanos e o incentivou a se inscrever. O processo até a confirmação levou um mês e envolveu várias entrevistas e uma bateria de exames médicos. "Durante todo esse processo, eles me disseram que, a qualquer momento, se eu não atendesse a um dos critérios, eles seguiriam em outra direção", disse Arbaugh. "Tentei diminuir qualquer expectativa porque não queria ter muita esperança e me decepcionar. Foi difícil não ficar animado, mas acho que precisava disso para me manter com os pés no chão durante todo o processo". Como é o chip cerebral que a Neuralink implantou em Noland Arbaugh 'Me olham com estranheza': como é ter um chip implantado na mão Como foi implantar o chip? Aprovado, Arbaugh passou por uma nova rodada de testes no hospital em que faria o implante. Foram cerca de oito horas até completar exames de sangue e urina, bem como análises em seu cérebro. "Se alguma coisa mudasse [em termos cognitivos], eles poderiam saber como eu estava quando comecei. Foi um longo dia", disse. Neuralink, do bilionário Elon Musk, realizou bateria de exames antes de implantar chip em seu primeiro paciente Reprodução/Neuralink O implante envolveu o corte de um pequeno círculo em seu crânio e a colocação do chip, que tem o tamanho de uma moeda (veja ao final como o chip funciona). O chip Telepathy, da Neuralink, é uma interface cérebro-computador, ou seja, ele analisa sinais cerebrais e os transforma em comandos para outro dispositivo eletrônico. Mas, para funcionar, ele deve ser calibrado: Arbaugh teve que pensar repetidas vezes em movimentos como mexer os dedos para os lados e apertar em botões. Ainda que ele não consiga se movimentar, seu cérebro emite sinais que são lidos pelo chip. Ele disse que o chip é muito intuitivo e permite usar vários aplicativos em seu computador ao mesmo tempo, sem muito esforço para a navegação. "O que estou pensando o tempo todo é exatamente onde quero que o cursor vá". Biohacking: como e por que seres humanos estão implantando chips no próprio corpo Noland Arbaugh, durante demonstração de chip da Neuralink Reprodução/Neuralink Fios se soltaram: e agora? Arbaugh percebeu que algo estava errado com o implante quando perdeu o controle total que tinha sobre os movimentos do cursor do computador. No início, ele acreditou que a Neuralink poderia ter feito uma mudança no programa em que o chip se baseia. Mas a maioria dos fios do implante havia se soltado do cérebro. "Não sabia que isso era possível. Não acho que eles já tinham visto isso em um dos testes com animais", disse Arbaugh. "Nunca foi previsto que isso aconteceria em mim". Para contornar isso, a Neuralink atualizou o sistema para que ele ficasse sensível a sinais cerebrais mais sutis. A empresa avaliou que a situação tinha se estabilizado e não recomendou uma nova cirurgia para reconectar os fios. E o paciente também percebeu que seu controle sobre o cursos melhorou após a atualização. "Foi apenas um pequeno ajuste que eles fizeram no lado do software e, a partir desse ponto, as coisas foram melhorando cada vez mais". Com a autorização nos EUA para um segundo implante, a empresa de Elon Musk já pode testar melhorias para seu chip em outro paciente, mas ainda não revelou se já escolheu um candidato. LEIA TAMBÉM: GPT-4o: ChatGPT evolui e fica mais rápido para ouvir, conversar e descrever objetos Empregada doméstica usa Google Maps para provar vínculo com patrões O que são chaves de acesso e por que elas podem pôr fim ao login com senha em apps e redes sociais Saiba mais sobre o chip da Neuralink Chip no cérebro anunciado por Elon Musk é marketing ou inovação? Chip da Neuralink Arte/g1

23/05/2024

Uber vai lançar categoria que permite solicitar apenas carro híbrido e elétrico no Brasil

Estreia da modalidade Uber Green foi anunciada pelo CEO da Uber durante um evento em São Paulo que comemorou os 10 anos da empresa no país. Ela estará disponível para os usuários 'nos próximos meses'. Dara Khosrowshahi, CEO da Uber, em evento na cidade de São Paulo Divulgação/Uber A Uber anunciou nesta quinta-feira (23) que vai lançar a categoria Uber Green no Brasil. Essa modalidade, já disponível em outros países, permite que usuários solicitem apenas veículos híbridos e elétricos para uma corrida. O anúncio foi feito pelo próprio presidente-executivo global da Uber, Dara Khosrowshahi, que esteve no Brasil para comemorar os dez anos da operação da empresa no Brasil. Ainda não há uma data para o lançamento do Green no Brasil. No entanto, Dara adiantou que o recurso chega por aqui "nos próximos meses". Principal concorrente da Uber no Brasil, a 99 já permite que seus passageiros façam viagens de carro elétrico, mas esses veículos estão disponíveis apenas em São Paulo. Assim como o Uber X e o Confort, o Green tem uma precificação própria. A empresa, porém, ainda não informou se o valor será menor ou maior em relação às demais categorias disponíveis. Citando as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, Dara Khosrowshahi disse que o Uber Green surge em um momento crucial com as mudanças climáticas. "Precisamos nos unir com fabricantes de veículos, instituições financeiras e locadoras de carro, por exemplo, para enfrentar esse desafio, com a urgência que ele demanda", afirmou o executivo. "Os desafios climáticos são como um esporte em equipe, nenhuma empresa ou instituição consegue colocar seus planos em prática sozinha", completou. 10 anos de operação no Brasil O evento realizado em São Paulo também trouxe números sobre os dez anos de operação no país. A empresa informou que está hoje em 26 capitais e em mais de 500 cidades no Brasil. Já são 125 milhões de usuários e mais de 11 bilhões de viagens realizadas nesses últimos dez anos. Também foi anunciado que, entre 2019 e 2024, o impacto da Uber no país superou R$ 273 bilhões, segundo um levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) feito a pedido da Uber. Ao todo, R$ 140 bilhões foram repassados aos profissionais que hoje utilizam a plataforma para gerar renda, segundo a companhia. Embora tenha revelado esses números, a empresa não comentou sobre regulamentação da profissão de motorista de aplicativo. LEIA TAMBÉM: Uber, uma história repleta de escândalos Que assistente virtual falou isso? Teste seu conhecimento de IA em jogo do g1 Android terá 'modo ladrão' que bloqueia tela do celular caso alguém o arranque de sua mão Veja também: Microsoft anuncia linha de computadores com foco em inteligência artificial O primeiro tradutor de Libras foi apresentado no Web Summit Rio 2024

22/05/2024

Que assistente virtual falou isso? Teste seu conhecimento de IA em jogo do g1

Você sabe reconhecer a voz das principais inteligências artificiais (IA) disponíveis hoje? Neste game do g1, ouça o áudio de cinco tecnologias e tente adivinhar quem está falando. Siri (Apple), Alexa (Amazon), Bixby (Samsung) e Google Assistente são as principais inteligências artificiais (IA) do mercado presentes em dispositivos como celulares, relógios inteligentes, alto-falantes inteligentes e até mesmo em televisores. Elas podem tirar dúvidas gerais, falar a previsão do tempo, lembrar você de fazer algo, entre outras coisas. O ChatGPT, da OpenAI, também pode falar com a pessoa que está do outro lado. No entanto, a função, que é mais natural que as demais IAs, gerou polêmica depois de usuários perceberem que uma das vozes disponíveis na IA era muito parecida com a da atriz Scarlett Johansson. Depois disso, a empresa resolveu desativar a opção "Sky", que tinha o tom semelhante ao de Scarlett. O g1, porém, identificou que algumas pessoas ainda estavam com a "Sky" disponível em suas contas do ChatGPT. Ainda que estejam presentes no dia a dia das pessoas, você sabe reconhecer a voz de cada uma dessas inteligências artificiais? O g1 interagiu como cada uma delas e, no game acima, você pode testar se identifica quem está falando. Scarlett Johansson no tapete vermelho do Bafta 2020 neste domingo (2) Vianney Le Caer / Invision / AP Assista também: Microsoft anuncia linha de computadores com foco em inteligência artificial Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas

22/05/2024

O que explica declínio dos apps de namoro?

De acordo com uma pesquisa, quase metade dos americanos com mais de 18 anos sente que 'dating' se tornou mais difícil na última década. Muitos jovens dizem que a busca por 'dates' é estressante GETTY IMAGES Para Hazal Sirin, uma mulher de 34 anos de Istambul, na Turquia, marcar "dates" amorosos é como andar de montanha-russa. "Você começa com grandes expectativas e entusiasmo, e depois vem a decepção", diz ela. "É a mesma história para todos." Hazal diz que está solteira há quatro anos e desde então procura ativamente um parceiro. Mas, segundo ela, seus esforços para construir um relacionamento não foram correspondidos ? uma frustração, diz ela, que é compartilhada por amigos e amigas que enfrentam experiências parecidas. Hazal diz que muitas pessoas deixam de demonstrar interesse ou cuidado pelo parceiro ou parceira, mesmo depois de alguns encontros. Ela diz que sofreu "ghosting" em diversas ocasiões, o que ela acredita ser um sinal de falta de consideração ou empatia. "Ghosting" é um termo usado para descrever a prática de encerrar repentinamente toda comunicação e evitar contato com outra pessoa sem qualquer aviso ou explicação. Desencantada com suas experiências de namoro, Hazal diz estar convencida de que existem poucas pessoas que estão realmente comprometidas em buscar um relacionamento verdadeiro. Quase metade dos americanos com mais de 18 anos acreditam que namoros estão mais difíceis GETTY IMAGES A decepção com "dates" na vida moderna é um tema polêmico nas conversas do dia a dia, seja na vida real ou nas redes sociais. De acordo com uma pesquisa de 2019 realizada pelo Pew Research Center, quase metade dos americanos com mais de 18 anos sente que ir a "dates" se tornou mais difícil na última década. As razões citadas para isso incluem o uso crescente de tecnologia e plataformas de namoro, riscos físicos e emocionais, a ideia de o namoro se tornar mais impessoal, a natureza casual do namoro hoje e a mudança nas expectativas sociais, na moral ou nos papéis de gênero. Os resultados da pesquisa sugerem que a maioria das pessoas está insatisfeita com suas vidas amorosas e têm dificuldade em encontrar parceiros. Os desafios da brasileira que vai comandar aplicativo rival do Tinder a partir desta terça Declínio dos apps de namoro Os aplicativos de namoro ? que tentam facilitar que pessoas se conheçam ? também parecem ter perdido o charme inicial. Por exemplo, os downloads anuais do Tinder caíram mais de um terço em relação ao pico de 2014. Outro aplicativo de namoro popular, o Bumble, afirma que seus usuários estão interessados em namoro com pouca pressão. "Um em cada três usuários do Bumble nos EUA diz que está 'namorando lentamente' e indo em menos 'dates' para priorizar sua saúde mental quando se trata de namoro", afirma o Bumble. Alguns especialistas acreditam que as pessoas da Geração Z não têm oportunidades para desenvolver habilidades sociais através de interações pessoais GETTY IMAGES Estudos também indicam que os jovens estão sentindo uma espécie de cansaço emocional com aplicativos de namoro. Mais de 90% dos indivíduos da Geração Z ? pessoas nascidas entre 1997 e 2012 ? se sentem frustrados com aplicativos de namoro, de acordo com a agência de pesquisa Savanta. "O momento estranho em que nos encontramos é que os aplicativos estão em declínio, pelo menos culturalmente, mas ainda não surgiu um substituto", diz Kathryn Lindsay, escritora de tendências da internet e cultura. Ela argumenta que encontros sociais e conexões físicas também não ajudam a Geração Z. Lindsay sugere que a pandemia exacerbou ainda mais este problema, já que muitos jovens da Geração Z não tiveram oportunidades para desenvolver habilidades sociais através de interações pessoais. Solução dos influenciadores Com cada vez mais pessoas frustradas com o namoro, as plataformas de mídia social estão ficando mais cheias de dicas e truques sobre relacionamentos. Os influenciadores muitas vezes afirmam ter soluções rápidas para encontrar o amor, com manchetes como "12 regras de namoro que mudaram minha vida" ou "Três segredos para se destacar em um 'date'". Alguns parecem promover valores de relacionamento conservadores e sugerir papéis ou comportamentos de gênero ? como os homens que pagam a conta no primeiro encontro ou as mulheres que seguem os estereótipos femininos tradicionais. Por exemplo, Stephan Labossiere, um coach de relacionamento com 1,5 milhão de seguidores no YouTube, cria vídeos com manchetes como "Nove erros horríveis no namoro que desanimam os homens" ou "O único conselho sobre namoro para mulheres que você realmente precisa". A criadora de conteúdo de Londres, Tam Kaur, fala sobre "padrões de namoro de alto valor e como obter tratamento de princesa" em seu vídeo intitulado "Como namorar com sucesso para mulheres". Vídeos de infuenciadoras sobre a melhor forma de se comportar em 'dates' ganham milhares de curtidas GETTY IMAGES A influenciadora Casiah West que tem quase meio milhão de seguidores no TikTok sugere que "se você quer que alguém fique obcecado por você, basta mostrar desinteresse". Já a escritora Kathryn Lindsay observa que existem outros criadores de conteúdo que defendem abordagens de namoro mais progressistas e igualitárias ? mas que os algoritmos das redes sociais muitas vezes conduzem os indivíduos por caminhos mais batidos, reforçando as normas tradicionais. Ela diz que influenciadores e criadores de conteúdo muitas vezes capitalizam em cima de sentimentos de solidão ou desespero. "Se você é um criador de conteúdo em busca de cliques fáceis, então você finge que tem uma solução, já que as pessoas estão desesperadas ou sem esperança", diz ela. Hazal Sirin diz que frequentemente encontra vídeos nas redes sociais dando conselhos sobre namoro. "É uma tendência comum, as pessoas discutem conselhos sobre namoro enquanto se maquiam", diz ela. "Alguns deles são uma porcaria, mas outros são úteis." Ela também acredita que existem algumas regras universais a serem seguidas quando se trata de namoro. "Você não deve revelar muito sobre si mesmo e empregar algumas táticas ao se comunicar com os homens", ela acredita. 'Jornada de autoconhecimento' Existe uma solução rápida para encontrar o verdadeiro amor? "Infelizmente, não", diz a psicoterapeuta e autora Kaytee Gillis. "Eu gostaria que houvesse algum algoritmo perfeito para o amor. Acho que as pessoas querem sentir que existe, porque isso lhes dá esperança." Como namorar é estressante, argumenta Gillis, as pessoas navegam pelas dicas online para evitar sentimentos de desconforto. Mas ela diz que o namoro deveria ser, na verdade, uma jornada de autodescoberta sobre quem você é e quem você deseja como parceiro. Para evitar a frustração em torno do namoro, é preciso ser autêntico, dizem os especialistas GETTY IMAGES As pessoas deveriam procurar o relacionamento que desejam ter e não o relacionamento que a sociedade lhes diz para ter, diz ela. "Relacionamentos não são uma fórmula matemática que você precisa decifrar e resolver", afirma a conselheira matrimonial e psicóloga Shivani Misri Sadhoo. "Não existem atalhos para um bom relacionamento. É preciso trabalhar", diz ela, enfatizando a importância de uma comunicação clara e de intenções genuínas. A psicoterapeuta Kaytee Gillis concorda. Para evitar a frustração em torno do namoro, é preciso ser autêntico, diz ela. "Permaneça fiel a quem você é", ela aconselha. LEIA TAMBÉM: App de namoro se desculpa por campanha de marketing que incentiva sexo entre os usuários Como um emoji é criado? Sabia que você pode sugerir um? Veja os critérios e o que fazer Android terá 'modo ladrão' que bloqueia tela do celular caso alguém o arranque de sua mão Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes Os bastidores, as estratégias e a rotina de quem ganha a vida vendendo vídeos de sexo 17 de julho: dia mundial do emoji

22/05/2024

App de namoro se desculpa por campanha de marketing que incentiva sexo entre os usuários

Comandado por CEO brasileira, o Bumble foi acusado de ridicularizar mulheres que escolhem não se relacionar sexualmente. Após críticas, a marca anunciou uma doação a organizações de apoio a grupos marginalizados e vítimas de abuso. Conhecido por permitir que apenas as mulheres iniciem a conversa depois do match, o aplicativo de namoro Bumble foi acusado de constranger usuárias em campanha de marketing que incentivava uma vida sexual mais ativa e criticava o celibato (quando uma pessoa escolhe não ter relações sexuais). A empresa, comandada pela brasileira Lidiane Jones, lançou um comercial nos Estados Unidos no qual uma mulher diz aos amigos que vai renunciar ao mundo dos relacionamentos para se tornar uma freira. Já no convento, a jovem se interessa por um jardineiro e desiste da vida religiosa para voltar ao Bumble e tentar a sorte com o rapaz. Além do vídeo, a organização espalhou outdoors em algumas capitais do país que traziam as frases ?Um voto de celibato não é a resposta? e ?Não desistirás de namorar para virar freira?. Outdoor de campanha do Bumble afirma que voto de celibato não é "resposta" para crise nos relacionamenros Reprodução/Twitter (X) LEIA TAMBÉM O que explica declínio dos apps de namoro? O que dizem as críticas A decisão de marketing desencadeou uma campanha de retaliação contra a marca nas redes sociais. As usuárias alegam que os anúncios promoviam uma ?cultura do sexo casual?, com a qual muitas vezes as mulheres não se sentem confortáveis, além de ridicularizar pessoas virgens, assexuais ou que escolhem não manter relações sexuais por algum motivo pessoal ou religioso. ?Chocada com o anúncio do @bumble dizendo 'um voto de celibato não é a resposta'. Num mundo que luta pelo respeito e pela autonomia sobre os nossos corpos, é terrível ver uma plataforma de encontros minar as escolhas das mulheres. Este aplicativo não deveria empoderar as mulheres para namorar em seus termos??, escreveu uma usuária no X, antigo Twitter. Initial plugin text Outra publicação diz que, ao invés de envergonhar mulheres para que elas voltem a usar o aplicativo, o Bumble deveria fazer anúncios direcionados aos homens que estão na plataforma. Initial plugin text A reposta da plataforma Após a repercussão, o Bumble publicou um comunicado oficial em suas redes sociais se desculpando e afirmando que estava em processo de remoção de todos os anúncios da campanha. Além disso, a plataforma disse que fará uma doação para a Linha Direta Nacional de Violência Doméstica do país e outras organizações, como parte de um esforço em apoiar mulheres, grupos marginalizados e vítimas de abuso sexual. Leia o comunicado na íntegra: "Para a nossa amada Comunidade Bumble: Cometemos um erro. Nossos anúncios referenciando o celibato foram uma tentativa de nos aproximar de uma comunidade frustrada com o namoro moderno, e em vez de trazer alegria e humor, fizemos involuntariamente o oposto. Algumas das perspectivas que ouvimos foram: daqueles que compartilharam que o celibato é a única resposta quando os direitos reprodutivos são continuamente restringidos; de outros para quem o celibato é uma escolha, uma que respeitamos; e da comunidade assexual, para quem o celibato pode ter um significado e importância particulares, que não devem ser diminuídos. Também estamos cientes de que para muitos, o celibato pode ter relação com danos ou traumas. Por anos, o Bumble defendeu apaixonadamente as mulheres e as comunidades marginalizadas, e seu direito de exercer plenamente a escolha pessoal. Não cumprimos esses valores com esta campanha e pedimos desculpas pelo dano que causou. Então, aqui está o que estamos fazendo: Estamos removendo esses anúncios de nossa campanha de marketing global. O Bumble fará uma doação para a Linha Direta Nacional de Violência Doméstica, entre outras organizações, como parte de nossos esforços contínuos para apoiar o trabalho que está sendo feito em todo o mundo para apoiar mulheres, comunidades marginalizadas e aqueles impactados por abusos. Também estaremos oferecendo a esses parceiros este espaço de outdoor para exibir um anúncio de sua escolha pelo tempo reservado para nosso outdoor. Por favor, continue se manifestando e nos dizendo como podemos melhorar. Nos preocupamos com você e sempre estaremos aqui para você. Com amor e sincero apreço, Bumble ?" Após críticas, o aplicativo de namoro publicou uma mensagem oficial na qual pede desculpas aos usuários Reprodução/Instagram @bumble Leia também: 'Detox de homem': em trend no TikTok, mulheres heterossexuais afirmam estarem desistindo de relacionamentos românticos

21/05/2024

Celular Seguro chega a 50 mil alertas de roubo, furto ou perda de aparelhos

Mais de 2 milhões de pessoas se cadastraram em ferramenta criada pelo governo federal para inibir roubos de smartphones. Versão do Celular Seguro para Android Reprodução O Celular Seguro, ferramenta criada pelo governo federal que bloqueia smartphones a pedido de seus donos, chegou a 50 mil alertas de roubo, furto ou perda de aparelhos. O programa tem mais de 2 milhões de usuários cadastrados. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (21) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que lançou o Celular Seguro em dezembro de 2023. O programa está disponível no Android, no iPhone (iOS) e em uma versão para navegadores, no site celularseguro.mj.gov.br (veja abaixo como usar). A ferramenta oferece uma espécie de "botão de emergência", que permite comunicar roubo, furto ou perda do celular e pedir o bloqueio de aplicativos de banco e da linha telefônica. Esse alerta pode ser feito pelo dono do celular ou por uma pessoa de sua confiança. Veja números sobre o Celular Seguro (até as 16h desta terça): 50.347 alertas de bloqueio 2.032.603 usuários cadastrados 1.626.679 telefones cadastrados 1.434.251 pessoas de confiança cadastradas Atualização no Celular Seguro Em abril, o programa ganhou uma atualização para facilitar o cadastro de celulares. Agora, usuários só precisam cadastrar dados como número do telefone, nome da operadora e marca do dispositivo. Até então, o serviço também exigia informações sobre o modelo do aparelho e o IMEI (sigla em inglês que significa "Identidade Internacional de Equipamento Móvel"), um código de identificação do celular. Android terá 'modo ladrão' que bloqueia tela do celular caso alguém o arranque de sua mão O Ministério da Justiça e Segurança Pública também planeja trazer ao Celular Seguro um protocolo usado no Piauí para rastrear e recuperar celulares roubados. Com ele, as operadoras fornecem informações sobre linhas habilitadas em celulares que aparecem na lista de aparelhos roubados. Depois, o receptador, ou seja, quem está usando o dispositivo, é intimado a comparecer a uma delegacia para esclarecer o caso. Caso não apresente a nota fiscal do aparelho, ele precisa entregar o telefone para autoridades, que o encaminham aos verdadeiros donos. A pasta discute ainda com as operadoras Claro, Vivo, Tim e Oi uma possibilidade de bloquear linhas telefônicas em aparelhos roubados. Hoje, o bloqueio é restrito ao aparelho e é feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). LEIA TAMBÉM: Confira os 5 golpes do PIX mais comuns feitos pelo celular O que é o 'jogo do tigrinho' e por que ele é ilegal no Brasil Conheça a nova estratégia que fez a polícia do Piauí recuperar mais de 5 mil celulares Como se cadastrar no programa Celular Seguro Barbara Miranda, g1 Aplicativo Celular Seguro vai incluir outros tipos de bloqueio

21/05/2024

Globo promove encontro para universitários sobre segurança da informação

GloboSec Week será realizada em julho, no Rio de Janeiro. Veja como se inscrever. GloboSec Week Divulgação A 3ª edição da GloboSec Week, encontro para estudantes universitários sobre segurança da informação promovido pela Globo, está com as inscrições abertas até o dia 2 de junho. Além da imersão no ambiente da empresa, o evento conta com uma premiação. A experiência, que irá acontecer entre os dias 23 e 26 de julho, terá dinâmicas e palestras conduzidas pelo time de tecnologia da Globo. Entre os temas que serão abordados estão: fundamentos da segurança da informação, criptografia, cyber security compliance e segurança de conteúdo. O evento será realizado no Rio de Janeiro, nos Estúdios Globo e na sede da empresa no Jardim Botânico. Para se inscrever é preciso acessar este link e preencher o formulário, com questões sobre informações pessoais e um teste de conhecimentos gerais sobre tecnologia da informação. Segurança da informação tem salário alto, mas faltam profissionais; veja como entrar Durante o período de inscrições, será possível acompanhar nas redes da Globo conteúdos que vão explicar o evento, trazendo a experiência de participantes das outras edições e que hoje estão na empresa, além do time organizador. Confira como foi a última edição no vídeo a seguir: Veja também: Quais profissionais o Google procura para trabalhar em seu novo centro de engenharia no Brasil Programação ainda vale a pena? Dá dinheiro? Profissionais contam como está o setor (e dão dicas) Carreira em TI: como passar a ganhar mais Assista a vídeos sobre tecnologia: 'Lactea Meu Fii': Influencer de MG viraliza com vídeos que tiram sarro do cotidiano Os bastidores, as estratégias e a rotina de quem ganha a vida vendendo vídeos de sexo Marmota gritando nomes: meme tem milhões de visualizações e criadores ganhando dinheiro

21/05/2024

Moraes diz que big techs não podem continuar como 'terra de ninguém' e pede à ONU Declaração de Direitos Digitais

Presidente do TSE deu declaração durante seminário na Corte sobre o uso de inteligência artificial nas eleições. Para magistrado, é necessário regulamentar as redes sociais. O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, e ministros da Corte durante seminário sobre inteligência artificial Kevin Lima/g1 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, disse nesta terça-feira (21) que a Organização das Nações Unidas (ONU) deve liderar um esforço para elaboração de uma Declaração Universal de Direitos Digitais em defesa da democracia. Em discurso na abertura de um seminário do TSE sobre inteligência artificial nas eleições, Moraes defendeu o texto nos moldes da já existente Declaração Universal dos Direitos Humanos, que serve de base para direitos fundamentais em países de todo mundo e se tornou um dos pilares da sociedade moderna. Segundo ele, a declaração de direitos digitais funcionaria como uma cooperação internacional para combater o mau uso de redes sociais e ferramentas digitais, como a inteligência artificial (IA). ?Há pouco mais agora de 75 anos, a ONU proclamou a sua declaração de direitos. Há hoje uma necessidade também de uma discussão, do ponto de vista internacional, para que a ONU lidere uma declaração de direitos digitais em defesa da democracia?, disse o ministro Para Alexandre Moraes, essa declaração universal seria uma forma de impedir que as chamadas big techs ? gigantes de tecnologia mundial ? continuem como ?terra de ninguém? a nível global. ?Não podemos permitir que essas big techs, que atuam no mundo todo, continuem sendo terra de ninguém. Não podemos permitir que essas big techs sejam consideradas empresas de tecnologia. São empresas de publicidade, de mídia, de informação. E, como tais, devem ser responsabilizadas igual todas as demais?, declarou Moraes. O ministro também voltou a defender a criação de regras para redes sociais no Brasil. Alexandre de Moraes avaliou que mecanismos legislativos são necessários para reprimir o uso das plataformas e da inteligência artificial na manipulação de resultados eleitorais. ?Além da educação, da prevenção e da preparação para o combate à utilização de inteligência artificial para propagar as fake news, as deepfakes, é importante também mecanismos administrativos, legislativos e judiciais para que nós possamos combater, de forma repressiva também, para que nós não deixemos que isso influencie nas eleições?, declarou. Para o magistrado, a utilização da IA, "anabolizando as fake news", pode interferir no resultado de uma eleição. "Porque até que aquilo seja desmentido, até que chegue a versão verdadeira a todo eleitorado, isso pode mudar milhares de votos. Consequentemente, pode fraudar o resultado da vontade popular. Nós não podemos permitir isso?, acrescentou Moraes. 'Terra digital' Recém-eleita para comandar o TSE durante as eleições municipais de 2024, a ministra Cármen Lúcia disse, no evento, que é possível identificar e responsabilizar quem manipula o espaço virtual para "corroer" a democracia. Para a ministra, a expressão ?terra de ninguém? não deve ser aplicada ao ambiente digital. Em sua participação no seminário desta terça, a ministra afirmou ainda que o avanço da inteligência artificial sobre os pilares da democracia é um ?tema que preocupa o mundo inteiro?, especialmente órgãos responsáveis por organizar eleições. ?Criaram uma terra digital, supranacional, atuando no planeta, e há, sim, alguém perfeitamente identificável que é dono dessas plataformas, que atua nessas plataformas, que atua nos algoritmos e faz com que eles atuam sobre a inteligência natural das pessoas, fazendo com que sejam mutiladas as liberdades e, dessa forma, corroídas as democracias?, afirmou Cármen Lúcia. Regulamentação Juristas pedem regulamentação da inteligência artificial em relatório entregue ao Senado A regulamentação das redes sociais e da IA é alvo de discussão no Congresso. No início deste ano, os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), elencaram a medida como uma das prioridades das Casas em 2024. Há uma discussão já avançada no Senado a respeito da inteligência artificial, sob a relatoria do senador Eduardo Gomes (PL-TO). Do lado dos deputados, um projeto, já aprovado pelos senadores, que estabelecia mecanismos de combate à disseminação de conteúdos ilícitos em redes sociais ficou travado. Como saída, Lira decidiu criar um grupo de trabalho para reformular a proposta e abarcar a regulamentação das redes e da IA. A ideia é unificar o texto discutido por Gomes junto a normas de consenso para as big techs. Apesar do anúncio, o colegiado ainda não foi oficialmente criado. Enquanto o debate não avança no Congresso, o TSE aprovou, em fevereiro, regras que podem levar à cassação de um candidato por uso irregular de IA. A regra faz parte de um conjunto de 12 sugestões que foram analisadas pelo tribunal e que serão aplicadas nas eleições municipais de 2024. Com relação à IA, o TSE decidiu que as campanhas eleitorais deverão obedecer às seguintes regras: conteúdos manipulados por IA deverão ser identificados como tal; chatbots e avatares para intermediar a comunicação da campanha devem ter uso limitado. Não poderá haver qualquer simulação de conversa do chatbots e avatar com candidato ou pessoa real; proibição absoluta ao uso de deepfake. Esse termo, deepfake, se refere a conteúdo produzido por IA que reproduz falsamente voz e imagem de pessoas reais.

21/05/2024

'Stalking': saiba quando a perseguição na internet se torna crime

Lei sancionada em abril de 2021 tipificou prática no Código Penal, que pode acontecer no mundo físico ou virtual e é mais comum contra mulheres. Entenda o que é, quais são penas e veja como denunciar. 'Stalking': saiba quando a perseguição na internet se torna crime Perseguir uma pessoa on-line ou no mundo físico pode dar cadeia. Em abril de 2021, foi sancionada uma lei que incluiu no Código Penal o crime de perseguição, conhecido também como "stalking" (em inglês). A pena para quem for condenado é de 6 meses a 2 anos de prisão, mas pode chegar a 3 anos com agravantes, como crimes contra mulheres (entenda mais abaixo). Especialistas ouvidos pelo g1 apontaram que a maioria dos casos acontece contra mulheres, por meio de parceiros e ex-parceiros. As perseguições, no entanto, sempre ocorreram. Acontece que antes eram enquadradas em um artigo da Lei das Contravenções Penais e tinham como pena a prisão por 15 dias a dois meses, ou multa. "stalking" virou crime, com tipificação específica. Veja como e quando denunciar o 'stalking', crime de perseguição Daniel Ivanaskas/G1 O que caracteriza o crime de 'stalking' na internet? O termo "stalkear" muitas vezes parece banal, utilizado para se referir a prática de bisbilhotar os posts de pessoas. A curiosidade, por si só, não configura nenhum tipo crime. O delito ocorre quando isso passa a influenciar na vida de quem é acompanhado. "O que caracteriza o crime é quando há uma ameaça à integridade física ou psicológica da pessoa, restringindo uma capacidade de se locomover ou perturbando a liberdade ou a privacidade do alvo", explicou Nayara Caetano Borlina Duque, delegada da DCCIBER (Divisão de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo), em entrevista ao g1, em 2021. A lei diz que a perseguição deve ser reiterada, ou seja, acontecer diversas vezes. Na prática, o crime de "stalking" digital se dá quando a tentativa de contatos é exagerada: o autor passa a ligar repetidas vezes, envia inúmeras mensagens, faz inúmeros comentários nas redes sociais e cria perfis falsos para driblar eventuais bloqueios. Criminoso costuma criar perfis falsos e fazer diversas tentativas de contato Daniel Ivanaskas/Arte G1 Crime vai além da espionagem "Temos notícias também de malwares (programas espiões) que são encaminhados e infectam dispositivos móveis ou o computador da vítima. E, a partir dali, é possível o infrator ter um histórico de localização, chamadas, agenda de contato, quais as fotos e vídeos que fez", disse a delegada da Divisão de Crimes Cibernéticos. Muitas vezes, a instalação desse tipo de software, também chamado de "stalkerware", acontece por meio de um acesso físico ao aparelho celular ? ou seja, alguma pessoa da convivência da vítima pega o aparelho e baixa o programa. Apesar disso, há casos em que os apps vêm "disfarçados" e as vítimas podem ser levadas a instalá-los em seus dispositivos sem perceber. LEIA MAIS: Como descobrir se você está sendo espionado pelo celular ENTENDA: como funciona um programa espião É possível um celular ser espionado sem nenhum aplicativo? 'Stalking' (perseguição, em inglês) agora é crime no Brasil Daniel Ivanaskas/Arte G1 Mas a prática de instalar um programa como esse no celular de alguém não é o suficiente para caracterizar o crime de "stalking". "O crime exige a perseguição somada com ameaça de integridade física, psicológica, perturbação da privacidade, da liberdade, restringindo a capacidade de locomoção. A vítima tem que sentir que houve violação de alguma dessas características", explicou Nayara. "A vítima fica com tanto medo do perseguidor que deixa de frequentar os ambientes que ela costuma ir, não vai na academia, não vai ao trabalho, não sai mais desacompanhada", explicou em 2021 Jacqueline Valadares da Silva, então titular da 2ª Delegacia de Defesa da Mulher em São Paulo e hoje presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp). Vítimas sentem medo de seguir a rotina por causa da perseguição Daniel Ivanaskas/Arte G1 On-line e off-line Segundo as autoridades ouvidas pelo g1, é comum que a perseguição ocorra no mundo virtual e no mundo físico ao mesmo tempo: as tentativas de contato geralmente começam pela internet; com o tempo, o autor passa a tentar encontrar com a vítima pessoalmente; é comum tentar constrangê-la ao aparecer na porta de casa ou do trabalho. Quando e como denunciar? Quando uma pessoa se sentir perseguida a ponto de ter que alterar a sua rotina por medo do "stalker", é hora de procurar a polícia, dizem os especialistas. "É tentar fazer esse exercício: entender qual o momento que isso se torna incômodo. Quando a tentativa de contato fica abusiva demais e você não pode usar o seu telefone", disse Bruna Santos, coordenadora da ONG Data Privacy Brasil. A pessoa que sofre esse tipo de perseguição deve procurar a delegacia mais próxima ou a delegacia eletrônica para fazer o registro do boletim de ocorrência. Não é preciso conhecer o "stalker" para fazer a denúncia. Em muitos casos on-line, os perseguidores utilizam perfis falsos para enviar mensagens ? e a polícia pode pedir para as empresas de mídias sociais compartilharem informações sobre o dono daquela conta. Para que a polícia possa dar prosseguimento à investigação, a vítima precisa fazer uma representação, que é dizer às autoridades que deseja que o agressor seja processado. "Por ser um crime que afeta diretamente a vida privada da vítima, a esfera de privacidade dela, a lei trouxe esse requisito. Isso pode ser feito num prazo de 6 meses a partir do momento que a gente sabe quem é o autor daquele crime", explicou a delegada Jacqueline Valadares da Silva. "Caso contrário, a polícia não pode instaurar inquérito, não vai poder haver um processo criminal contra esse agressor", concluiu. É preciso juntar provas? Não é preciso apresentar provas na hora do registro da ocorrência, mas a recomendação é reunir evidências da perseguição. "Se vir que apareceu no celular que está havendo um acesso externo, tentar tirar uma captura de tela, por exemplo", disse Bruna Santos, coordenadora da Data Privacy Brasil. "O simples print não garante a autenticidade e a veracidade da prova. O STJ considerou essa questão da prova que pode ser modificada, adulterada", advertiu a professora de direito penal da Pontifícia Universidade Católica (PUC) Campinas, Christiany Pegorari Conte. A advogada explicou que as vítimas de crimes na internet podem realizar a captura de tela, mas o ideal é buscar meios que ajudem a comprovar a autenticidade das informações. Uma das possibilidades é registrar uma ata notarial, método em que um cartório pode reconhecer que um conteúdo realmente estava em um app ou página da internet em uma determinada data. No entanto, esta opção não garante que não houve adulteração na conversa. Outra possibilidade é buscar empresas que prestam serviços de registro de provas digitais. Esse método oferece mais garantias de que uma informação não foi adulterada. Bruna Santos, da Data Privacy Brasil, disse que um advogado pode ajudar nesses casos. Ela destacou que há alternativas gratuitas como a Rede Feminista de Juristas e a Defensoria Pública para buscar orientação jurídica. 'Stalking' contra mulher A delegada da Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo explicou que o agravante relacionado ao crime "contra mulher por razões da condição do sexo feminino" traz duas hipóteses: Quando o crime for praticado no contexto da violência doméstica e familiar, o que remete à Lei Maria da Penha. Nesses casos, o agressor possui uma relação íntima de afeto, uma relação familiar ou uma relação doméstica com a vítima. Quando a conduta for praticada por menosprezo ou discriminação pela condição da mulher, o que inclui agressores que nunca tenham tido contato com a vítima. Mesmo antes de o "stalking" virar crime no Brasil, a ONG Safernet já vinha mapeando vítimas e ofereceu um canal de ajuda. De 2015 e 2020, foram 87 casos de vítimas de "ciberstalking" que buscaram ajuda da SaferNet. A ONG diz que as mulheres eram maioria nos atendimentos (75,9%). Segundo as delegadas ouvidas pelo g1, é mais comum que o crime seja cometido por parceiros ou ex-parceiros das vítimas. Mulheres são maioria das vítimas de perseguição Daniel Ivanaskas/Arte G1 'Me ligava 50 vezes por dia', diz vítima de stalking; veja como se proteger e denunciar

21/05/2024

Ashley Madison: o mega hackeamento que expôs dados de milhões de casados infiéis (e o que aconteceu com a empresa)

A promessa era do mais estrito sigilo, mas o site de namoro para homens e mulheres com companheiros acabou abalando os alicerces de milhões de relacionamentos. Ashley Madison: o mega hackeamento que expôs dados de milhões de casados infiéis (e o que aconteceu com a empresa) PA "A vida é curta. Tenha um affair." Com este slogan, a empresa Ashley Madison seduziu pessoas casadas de todo o mundo dispostas a encontrar fora da família a paixão que já sentiram nas relações amorosas. Mas tudo acabou mal quando hackers misteriosos revelaram os dados pessoais e alguns dos segredos mais escondidos de cerca de 32 milhões de assinantes do serviço. Desde casamentos desfeitos e marginalização social até suicídios, as consequências foram devastadoras para muitos dos usuários da plataforma. A Netflix estreou esta semana a minissérie documental Ashley Madison: Sexo, Mentiras e Escândalo, dirigida por Toby Paton. Confira nesta reportagem o que aconteceu com a plataforma de relacionamentos mais transgressora da História. O que é Ashley Madison Ashley e Madison são dois nomes femininos comuns nos EUA que inspiraram o nome da plataforma GETTY IMAGES Quando a internet se instalou no cotidiano das pessoas, o canadense Darren J. Morgenstern viu que homens e mulheres ávidos por aventuras fora do casamento poderiam ser um bom nicho de mercado. Em 2002, ele fundou a Ashley Madison, um portal onde esses usuários podiam compartilhar informações pessoais, fotos e preferências sexuais para se conectarem com potenciais amantes nas proximidades. De acordo com o modelo de negócio, as mulheres podiam iniciar conversas com outros membros gratuitamente, enquanto os homens tinham que comprar créditos para fazer o mesmo. Depois de resultados relativamente discretos nos primeiros anos, a chegada de Noel Biderman como novo CEO da empresa em 2007 impulsionou o número de usuários por meio de uma estratégia de marketing hábil, agressiva e controversa. A maioria das redes online recusou-se a transmitir anúncios da Ashley Madison, então Biderman recorreu às redes de TV dos Estados Unidos com mensagens inovadoras e escandalosas ? como, por exemplo, dizer que a infidelidade poderia ter efeitos positivos nos relacionamentos. Soma-se a isso uma campanha intensa e provocativa com mensagens em sites, meios de comunicação e outdoors que não deixaram ninguém indiferente. 'Sua esposa é gostosa... Mas as nossas também!', diz um pôster que é exemplo da campanha publicitária transgressora do site Ashley Madison GETTY IMAGES Depois de atrair forte atenção da mídia, a plataforma se expandiu para diversos países e, no auge, afirmava ter 37 milhões de usuários, além de gerar lucros milionários. Em decorrência disso, o site tornou-se alvo de críticas iradas de um grande número de detratores, que o consideravam imoral e uma ameaça aos valores familiares tradicionais. Isso não incomodou os donos do negócio. "Não existe publicidade ruim. Toda publicidade é boa", afirma um deles na série recém-lançada. O hackeamento O portal prometia discrição absoluta, estrita confidencialidade e os mais elevados padrões de segurança na proteção dos dados pessoais dos usuários. No entanto, como reconhecem ex-funcionários da empresa no documentário da Netflix, essa era uma promessa falsa e a empresa náo tinha proteções satisfatórias. Em 2015, um grupo que se autodenomina The Impact Team ("A Equipe de Impacto", em tradução livre) invadiu os sistemas da Ashley Madison e extraiu quase todas as informações dos servidores. O grupo disse à empresa que, caso não encerrasse definitivamente os negócios em 30 dias, publicaria as informações pessoais de todos os usuários na chamada dark web. Existe uma teoria de que o The Impact Team pode ser uma única pessoa. Talvez um ex-funcionário irritado, um fanático religioso, um concorrente ou um cônjuge traído? GETTY IMAGES Após várias tentativas fracassadas de encontrar o responsável pelo hackeamento ? e apesar da contratação urgente de hackers de alto nível para realizar essa tarefa ?a empresa não concordou com a chantagem, nem conseguiu impedir que o The Impact Team concretizasse a ameaça. Os dados de cerca de 32 milhões de pessoas vazados na dark web incluíam nomes, fotografias, endereços, e-mails e preferências sexuais. Posteriormente, um novo compartilhamento de dados envolveu imagens íntimas, números de cartão de crédito e mais informações privadas dos usuários. 'Caça às bruxas' O conteúdo migrou rapidamente da dark web para as páginas da internet mais acessíveis ao público. A partir daí, bastava simplesmente inserir um e-mail para revelar se o dono daquele endereço havia usado o Ashley Madison. Nos Estados Unidos, o principal mercado da plataforma, o vazamento deu origem a toda uma "caça às bruxas". Milhões de pessoas passaram a procurar e apontar suspeitos de infidelidade, desde maridos e parentes a vizinhos, pastores de igrejas, políticos e celebridades. Foi o caso dos famosos YouTubers americanos Sam e Nia Rader, que são o fio condutor do documentário da Netflix. O casamento aparentemente perfeito que eles tinham entrou em colapso quando se descobriu que Sam havia buscado aventuras extraconjugais no Ashley Madison. O vazamento de dados da Ashley Madison mudou a vida de Sam e Nia Rader Netflix Embora não existam dados concretos, sabe-se que a publicação de informações de usuários da Ashley Madison desfez muitos casais e casamentos nos EUA e em diversos outros países. Alguns desses episódios tiveram um fim trágico, como foi o caso de John Gibson, pastor e seminarista de Nova Orleans que enfrentou a rejeição em sua comunidade depois que a presença dele na plataforma foi revelada. Gibson acabou se suicidando, segundo o relato da esposa dele. Na contramão, outro casal afirmou ter experimentado boas experiências com o site de namoro, o que os inspirou a estabelecer um relacionamento aberto. A publicação da lista de possíveis traidores e infiéis também revelou indícios de fraude por parte da empresa. Embora afirmasse que cerca de 40% do público era formado por mulheres, descobriu-se que elas representavam apenas uma pequena parte dos usuários. Além disso, existiam muitos perfis falsos ou robôs supostamente criados pela própria empresa para atrair homens e fazê-los comprar créditos. A plataforma ainda permitia que os usuários excluíssem permanentemente as contas e os dados pessoais por US$ 19 (cerca de R$ 97). Mas esse apagamento das informações era falso, visto que muitos dos clientes que contrataram o serviço tiveram dados vazados mesmo assim. O The Impact Team também publicou e-mails privados do CEO Noel Biderman, que expuseram várias infidelidades, apesar de ele sempre alegar em entrevistas ? muitas vezes ao lado da esposa ? que era estritamente monogâmico. O que aconteceu com a Ashley Madison Ilustração promocional da Netflix sobre a série Netflix Biderman, que não esteve envolvido no documentário, deixou o cargo de CEO em 2015 após a crise em torno do hackeamento. Os tribunais foram inundados com queixas de fraude e danos contra a Ashley Madison, que desembolsou um total de 11 milhões de dólares (cerca de R$ 56 milhões) a várias vítimas. Mas a plataforma não desapareceu completamente. Ele mudou de proprietário, se promove como "o aplicativo de namoro para casados ??número um" do mundo e afirma ter hoje mais de 80 milhões de usuários em vários países. O diretor do documentário, Toby Paton, afirma que tentou abordar a história da forma mais equilibrada possível, para evitar qualquer posicionamento moral sobre a questão. "Em vez de repreender as pessoas que estavam no Ashley Madison, queríamos saber por que eles foram atraídos para o site. O que eles procuravam? O que acontecia nos relacionamentos deles?", questiona Paton, no material divulgado pela Netflix. "Todos sabemos que a infidelidade pode ser incrivelmente destrutiva e dolorosa, mas, ao mesmo tempo, o fato de a Ashley Madison ter 37 milhões de membros nos diz outra coisa que todos sabemos: comprometer-se com uma pessoa para o resto da vida é algo realmente difícil", reflete ele. Até hoje não se sabe quem foi o autor (ou os autores) do hackeamento que abalou os alicerces de milhões de casais pelo mundo. LEIA TAMBÉM: ChatGPT vai interromper uso de voz parecida com a da atriz Scarlett Johansson Busca do Google vai liberar para todo mundo respostas feitas por IA; entenda as novidades Android terá 'modo ladrão' que bloqueia tela do celular caso alguém o arranque de sua mão Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Saiba se está sendo vigiado: veja sinais um celular infectado com aplicativo espião

20/05/2024

Scarlett Johansson diz que OpenAI imitou sua voz no ChatGPT: 'Fiquei chocada'

Atriz afirma que foi convidada para licenciar sua voz para o sistema, mas que negou por 'motivos pessoais'. Empresa pausou uso do modelo Sky nesta segunda-feira (20). Scarlett Johansson no tapete vermelho do Bafta 2020 neste domingo (2) Vianney Le Caer / Invision / AP G Scarlett Johansson afirmou nesta segunda-feira (20) que precisou entrar em contato com a OpenAI para reclamar após o lançamento da nova versão do robô falante do ChatGPT, o GPT-4o, no último dia 13. A atriz de "Viúva Negra" (2021) afirma que o modelo chamado de Sky imitava sua voz e seu jeito de falar. A empresa anunciou mais cedo que iria interromper o uso do modelo. Além de interpretar a heroína da Marvel, Johansson também é conhecida por seu trabalho em "Ela" (2013), filme no qual interpreta a voz de uma assistente digital pelo qual o protagonista (Joaquin Phoenix) se apaixona. Em comunicado enviado por um assessor à rádio americana NPR e ao jornal "Washington Post", a atriz diz que foi procurada pelo presidente executivo da OpenAI, Sam Altman, para licenciar sua voz para o novo modelo de inteligência artificial da empresa, mas que negou por "motivos pessoais". "Nove meses depois, meus amigos, família e o grande público todos notaram quanto o novo sistema 'Sky' soava como eu. Quando eu escutei a demonstração divulgada, fiquei chocada, brava e descrente que o senhor Altman buscasse uma voz que soasse tão estranhamente com a minha que meus amigos mais próximos e veículos de mídia não pudessem notar a diferença", afirma a atriz. "O senhor Altman até insinuou que a similaridade era intencional, tuitando uma única palavra, 'ela' ('her', no original em inglês) ? uma referência a um filme no qual fiz a voz de um sistema de conversa, Samantha, que forma um relacionamento íntimo com um humano." Initial plugin text Johansson disse também que Altman entrou em contato novamente dois dias antes da demonstração do GPT-4o e pediu para que ela pensasse novamente a respeito. Antes que ela pudesse responder, o sistema foi lançado. Por causa disso, ela precisou contratar um advogado, que enviou cartas à empresa e a Altman expondo o que tinha acontecido e questionando o processo por trás de Sky. Por isso, segundo a atriz, a OpenAI concordou em pausar o uso da voz. "Em uma época na qual estamos todos lutando contra deepfakes e com a proteção da nossa própria imagem, do nosso próprio trabalho, das nossas próprias identidades, acredito que estas são questões que merecem clareza absoluta", fala ela. A empresa não respondeu a perguntas do jornal. Ao anunciar que iria interromper a voz de Sky, a OpenAI se defendeu das comparações. "Acreditamos que as vozes da IA não devem imitar deliberadamente a voz distinta de uma celebridade ? a voz de Sky não é uma imitação de Scarlett Johansson, e pertence a uma atriz profissional diferente, usando sua própria voz natural", afirmou. A OpenAI disse que não pode revelar o nome da atriz que emprestou sua voz para criar a Sky para não violar sua privacidade. A empresa disse que as vozes do ChatGPT foram gravadas entre junho e julho de 2023 depois de uma seleção que envolveu mais de 400 candidatos. Segundo a companhia, o objetivo era encontrar vozes atemporais, carismáticas e que inspirassem confiança.

20/05/2024

Microsoft anuncia linha de computadores com foco em inteligência artificial

Chamados de Copilot+ PCs, os equipamentos com novo sistema terão hardware avançado e suporte para recursos de IA em todo o software operacional. Entre as novidades, estão a facilidade para encontrar arquivos, ações automatizadas e assistente de voz. Microsoft anuncia linha de computadores com foco em inteligência artificial A Microsoft apresentou, nesta segunda-feira (20), uma nova categoria de computadores com inteligência artificial (IA) integrada ao Windows 11. Os chamados "Copilot+ PCs" terão hardware avançado e suporte para recursos de IA em todo o software operacional. ? A novidade permitirá que as pessoas usem IA para facilitar a localização de documentos, e-mails lidos ou sites visitados. Algumas tarefas poderão ser automatizadas, como a edição de fotos e a tradução de idiomas. Outro exemplo de recurso é o Recall, que usa IA para criar uma ?memória fotográfica? e permitir a pesquisa de tudo o que você fez e viu no seu computador. A empresa também apresentou o assistente de voz Copilot, que ganhará suporte para o modelo GPT-4 da OpenAI. A empresa projeta um lucro de US$ 50 milhões no próximo ano com o lançamento. Os modelos estão em pré-venda nos Estados Unidos e devem estar disponíveis em 18 de junho. Todos os principais parceiros da Microsoft que produzem computadores oferecerão Copilot+ PCs, segundo Satya Nadella, CEO da companhia. Isso inclui Dell , Lenovo , Samsung, HP , Acer e Asus. Os equipamentos terão certos requisitos de especificações para garantir que possam oferecer o desempenho que a Microsoft promete. Eles precisarão ter pelo menos um SSD de 256 GB, um processador neural integrado e 16 GB de RAM. A empresa diz que os novos computadores serão ?58% mais rápidos? do que um MacBook Air com processador M3 e com bateria pode durar o dia todo. A Microsoft lançou novos modelos do tablet Surface Pro e do Surface Laptop, agora com processadores Qualcomm. Eles também apresentaram uma tecnologia chamada Prism, que vai permitir que softwares feitos para chips Intel e AMD possam ser usados em chips Arm, que são mais eficientes em termos de energia e desempenho. Leia também: Veja o lançamento da nave espacial de Jeff Bezos, 1º voo espacial tripulado da empresa em quase 2 anos Busca do Google vai liberar para todo mundo respostas feitas por IA; entenda as novidades Entenda o motivo que pode banir o TikTok dos EUA no vídeo abaixo Por que o TikTok pode ser banido dos Estados Unidos? Assista ao vídeo abaixo e conheça o novo GPT-40, recente lançamento da OpenAI Conheça o GPT-4o, novo modelo de IA usado pelo ChatGPT

20/05/2024

ChatGPT vai interromper uso de voz parecida com a da atriz Scarlett Johansson

Empresa disse que a voz conhecida como Sky, uma das cinco disponíveis no robô conversador, não é uma imitação da atriz. Algumas pessoas apontaram que a personagem é 'muito sexy' e parece estar flertando com usuários. Conheça o GPT-4o, novo modelo de IA usado pelo ChatGPT A OpenAI informou nesta segunda-feira (20) que vai interromper o uso da voz Sky, disponível no ChatGPT. A decisão acontece dias depois do lançamento do novo modelo GPT-4o, quando internautas apontaram que a voz é muito parecida com a da atriz Scarlett Johansson. Houve comparações com o filme "Ela" ("Her", no título original), em que o protagonista se apaixona por uma assistente virtual interpretada por Johansson (veja o trailer). O presidente-executivo da OpenAI, Sam Altman, chegou a postar o nome do filme após o evento da empresa. Algumas pessoas também criticaram a OpenAI por criar uma voz "muito sexy" e que parece estar flertando com os usuários. Ela voltou a chamar a atenção devido à atualização para o GPT-4o, que promete deixar mais naturais as conversas com o robô (veja a demonstração acima). Scarlett Johansson no tapete vermelho do Bafta 2020 Vianney Le Caer / Invision / AP "Ouvimos perguntas sobre como escolhemos as vozes no ChatGPT, especialmente a Sky. Estamos trabalhando para pausar o uso da Sky enquanto resolvemos esses problemas", disse a OpenAI. A empresa alega que contratou atores para criar as cinco vozes disponíveis no aplicativo do ChatGPT desde setembro de 2023: Breeze (Brisa), Cove (Enseada), Ember (Brasa), Juniper (Zimbro) e Sky (Céu). "Acreditamos que as vozes da IA não devem imitar deliberadamente a voz distinta de uma celebridade ? a voz de Sky não é uma imitação de Scarlett Johansson, e pertence a uma atriz profissional diferente, usando sua própria voz natural", afirmou. A OpenAI disse que não pode revelar o nome da atriz que emprestou sua voz para criar a Sky para não violar sua privacidade. A empresa disse que as vozes do ChatGPT foram gravadas entre junho e julho de 2023 depois de uma seleção que envolveu mais de 400 candidatos. Segundo a companhia, o objetivo era encontrar vozes atemporais, carismáticas e que inspirassem confiança. Assista ao trailer de "Ela?

19/05/2024

Nave da Blue Origin, de Bezos, é lançada com sucesso; este foi o 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos

Empresa levou seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Nave foi lançada às 11h36 deste domingo e voo durou 10 minutos. Nave da Blue Origin, de Bezos, é lançada com sucesso; este foi o 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos Empresa levou seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Nave foi lançada às 11h36 deste domingo e voo durou 10 minutos. A empresa de foguetes Blue Origin lançou a sua nave New Shepard neste domingo (19), às 11h36. O voo teve a participação de seis passageiros.. Foi o sétimo voo tripulado da história da Blue Origin.. A companhia não realizava um voo tripulado ao espaço desde agosto de 2022, quando as missões foram suspensas depois de uma falha em um voo sem passageiros, em setembro de 2022.. O voo durou deste domingo 10 minutos e foi feito com a nave New Shepard, modelo usado para levar o bilionário Jeff Bezos ao espaço.

19/05/2024

Nave da Blue Origin, de Jeff Bezos, é lançada com sucesso; empresa fez 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos

New Shepard levou seis turistas para uma viagem de cerca de 10 minutos ao espaço. Nave decolou às 11h36 (Horário de Brasília) deste domingo (19). Nave da Blue Origin faz 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos A nave New Shepard, da Blue Origin, empresa de foguetes do bilionário Jeff Bezos, decolou com seis tripulantes neste domingo (19), da cidade de Van Horn, no Texas. O lançamento aconteceu às 11h36 e durou 10 minutos. Veja no vídeo acima como foi a missão. Batizada de NS-25, a missão foi um sucesso e marcou o retorno de missões tripuladas com a nave New Shepard. O último voo tripulado da Blue Origin havia sido agosto de 2022. Um mês depois, um foguete da empresa caiu por conta de uma falha logo após o lançamento. A nave não estava tripulada e não houve feridos, segundo a companhia. Um novo voo só foi feito em dezembro de 2023, ainda sem passageiros. Agora, neste domingo, a Blue Origin realizou a sua sétima missão tripulada. Um dos tripulantes da mais recente missão foi Ed Dwight, o primeiro negro a ter se candidatado a uma vaga como astronauta nos Estados Unidos. "É uma experiência de mudança de vida", disse ele, ao sair da New Shepard. "Estou em êxtase". g1 acompanhou voo espacial ao vivo Momento da decolagem Foguete da Blue Origin decola para 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos Imagem da decolagem da New Shepard em 19 de maio de 2024. Reprodução Início do voo Imagem do início do voo da New Shepard neste domingo, dia 19 de maio de 2024. Reprodução Momento em que a New Shepard alcançou mais altitude Momento em que New Shepard alcançou mais altitude. Reprodução Cápsula com os tripulantes se separando do foguete Cápsula se separa do foguete. Reprodução Cápsula retornando à Terra Cápsula da New Shepard volta à Terra após novo voo espacial tripulado Momento em que a cápsula pousou na Terra com os tripulantes Momento em que a cápsula da New Shepard voltou à Terra, neste domingo (19). Reprodução Veja vídeo de tripulantes deixando a cápsula Tripulantes deixam da cápsula da New Shepard após voo espacial Como foi o voo? Como em suas missões anteriores, a Blue Origin fez um voo suborbital, no qual a nave supera a Linha de Kárman, a 100 quilômetros de altitude, tratada por convenção como o início do espaço. O trajeto dura cerca de 10 minutos e, em um trecho, a tripulação pode experimentar a sensação de gravidade zero. Este foi o 25º lançamento de um foguete da Blue Origin e o 7º com passageiros. Voo orbital x suborbital: entenda as diferenças entre as missões espaciais VÍDEO mostra reação de turistas espaciais com sensação de gravidade zero Entenda a diferença de voo suborbital e orbital Quem são os passageiros? Tripulantes da missão NS-25, com a nave New Shepard, da Blue Origin Divulgação/Blue Origin O voo teve seis passageiros, a lotação máxima da New Shepard. No comunicado sobre os tripulantes, a Blue Origin destacou a presença de Ed Dwight, o primeiro negro a ter se candidatado a uma vaga como astronauta nos Estados Unidos. Ele fez o treinamento da Força Aérea dos EUA e, em 1963, chegou a ser recomendado à Nasa, agência espacial americana, mas não foi selecionado para o cargo. Com 90 anos e 8 meses, Dwight também se tornou a pessoa mais velha a chegar ao espaço. O recorde, até então, era de William Shatner, ator que interpretou Capitão Kirk em "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek") e foi ao espaço com 90 anos e 6 meses. Os outros tripulantes da NS-25 foram os empresários Mason Angel, Sylvain Chiron e Kenneth L. Hess, a contadora aposentada Carol Schaller e o piloto de aviões Gopi Thotakura. Passageiros da missão NS-25, da Blue Origin Divulgação/Blue Origin Por que os voos tinham sido suspensos? As missões da Blue Origin foram suspensas por conta de um acidente em um voo sem tripulantes. Em setembro de 2022, um foguete da empresa caiu um minuto depois da decolagem (relembre o acidente abaixo). A falha aconteceu quando o foguete estava próximo de atingir a pressão máxima, também conhecida como "Max-Q". A nave voava a 1.126 km/h, a 8.500 metros de altitude. Foguete da Blue Origin cai após decolagem sem deixar feridos A Blue Origin disse, na ocasião, que houve uma "falha no mecanismo de impulsão" do foguete. Devido ao problema, a cápsula (a parte superior do veículo) foi ejetada e ficou intacta para uma aterrisagem forçada, como previsto em situações como essa. A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) determinou que a empresa investigasse o caso. E, em setembro de 2023, informou que ela não poderia retomar seus voos até fazer 21 correções no foguete New Shepard. Lançamento do foguete New Shepard, da Blue Origin, em agosto de 2022 Divulgação/Blue Origin Segundo a FAA, a investigação apontou para uma falha no bocal do motor do foguete, causada por temperaturas mais altas do que o esperado no equipamento. Por isso, a Blue Origin deveria redesenhar componentes do motor e do bocal. A empresa fez as correções e voltou a fazer um lançamento em dezembro de 2023. A missão não teve tripulantes e só levou ao espaço cargas de ciência e pesquisa e milhares de cartões postais criados por estudantes (relembre abaixo). LEIA TAMBÉM: Confira os 5 golpes do PIX mais comuns feitos pelo celular O que são chaves de acesso e por que elas podem pôr fim ao login com senha em apps e redes sociais O que é a Starship, a nave espacial da SpaceX Como foi o último voo da Blue Origin Blue Origin volta a lançar New Shepard, 15 meses após acidente com foguete Relembre o melhor voo da Starship, maior foguete do mundo SpaceX faz o melhor voo teste da Starship, maior nave do mundo; veja vídeo

19/05/2024

Blue Origin, de Bezos, tenta neste domingo seu 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos; conheça a missão

Empresa deve levar seis turistas espaciais em viagem de cerca de 10 minutos ao espaço. Em setembro de 2022, uma falha no motor derrubou o foguete em missão não tripulada. Tripulantes da missão NS-25, com a nave New Shepard, da Blue Origin Divulgação/Blue Origin A Blue Origin, empresa de foguetes do bilionário Jeff Bezos, deve voltar a fazer um voo com tripulantes após quase dois anos. A missão foi marcada para este domingo (19), às 10h30 (horário de Brasília). Batizada de NS-25, a missão marcará o retorno de missões tripuladas com a nave New Shepard. A empresa levará seis pessoas ao espaço em um voo que deve durar cerca de 10 minutos. Acompanhe AO VIVO o voo espacial da Blue Origin O último voo tripulado da Blue Origin aconteceu em agosto de 2022. Um mês depois, um foguete da empresa caiu por conta de uma falha logo após o lançamento. A nave não estava tripulada e não houve feridos, segundo a companhia. Um novo voo só foi feito em dezembro de 2023, ainda sem passageiros. Agora, a Blue Origin deve realizar sua sétima missão tripulada. Saiba mais abaixo sobre a missão NS-25. Falha em foguete da Blue Origin, em missão realizada em setembro de 2022 Reprodução/Blue Origin Como será o voo? Como em suas missões anteriores, a Blue Origin planeja fazer um voo suborbital, em que o objetivo é fazer a nave superar a Linha de Kárman, a 100 quilômetros de altitude, tratada por convenção como o início do espaço. O trajeto dura cerca de 10 minutos e, em um trecho, a tripulação pode experimentar a sensação de gravidade zero. Este será o 25º lançamento de um foguete da Blue Origin e o 7º com passageiros. Voo orbital x suborbital: entenda as diferenças entre as missões espaciais VÍDEO mostra reação de turistas espaciais com sensação de gravidade zero Entenda a diferença de voo suborbital e orbital Quem são os passageiros? O voo terá seis passageiros, a lotação máxima da New Shepard. No comunicado sobre os tripulantes, a Blue Origin destacou a presença de Ed Dwight, o primeiro negro a ter se candidatado a uma vaga como astronauta nos Estados Unidos. Ele fez o treinamento da Força Aérea dos EUA e, em 1963, chegou a ser recomendado à Nasa, agência espacial americana, mas não foi selecionado para o cargo. Com 90 anos e 8 meses, Dwight também poderá ser tornar a pessoa mais velha a chegar ao espaço. O recorde é de William Shatner, ator que interpretou Capitão Kirk em "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek") e foi ao espaço com 90 anos e 6 meses. Os outros tripulantes da NS-25 são os empresários Mason Angel, Sylvain Chiron e Kenneth L. Hess, a contadora aposentada Carol Schaller e o piloto de aviões Gopi Thotakura. Passageiros da missão NS-25, da Blue Origin Divulgação/Blue Origin Por que os voos tinham sido suspensos? As missões da Blue Origin foram suspensas por conta de um acidente em um voo sem tripulantes. Em setembro de 2022, um foguete da empresa caiu um minuto depois da decolagem (relembre o acidente abaixo). A falha aconteceu quando o foguete estava próximo de atingir a pressão máxima, também conhecida como "Max-Q". A nave voava a 1.126 km/h, a 8.500 metros de altitude. Foguete da Blue Origin cai após decolagem sem deixar feridos A Blue Origin disse, na ocasião, que houve uma "falha no mecanismo de impulsão" do foguete. Devido ao problema, a cápsula (a parte superior do veículo) foi ejetada e ficou intacta para uma aterrisagem forçada, como previsto em situações como essa. A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) determinou que a empresa investigasse o caso. E, em setembro de 2023, informou que ela não poderia retomar seus voos até fazer 21 correções no foguete New Shepard. Lançamento do foguete New Shepard, da Blue Origin, em agosto de 2022 Divulgação/Blue Origin Segundo a FAA, a investigação apontou para uma falha no bocal do motor do foguete, causada por temperaturas mais altas do que o esperado no equipamento. Por isso, a Blue Origin deveria redesenhar componentes do motor e do bocal. A empresa fez as correções e voltou a fazer um lançamento em dezembro de 2023. A missão não teve tripulantes e só levou ao espaço cargas de ciência e pesquisa e milhares de cartões postais criados por estudantes (relembre abaixo). LEIA TAMBÉM: Confira os 5 golpes do PIX mais comuns feitos pelo celular O que são chaves de acesso e por que elas podem pôr fim ao login com senha em apps e redes sociais O que é a Starship, a nave espacial da SpaceX Como foi o último voo da Blue Origin Blue Origin volta a lançar New Shepard, 15 meses após acidente com foguete Relembre o melhor voo da Starship, maior foguete do mundo SpaceX faz o melhor voo teste da Starship, maior nave do mundo; veja vídeo

18/05/2024

Busca do Google vai liberar para todo mundo respostas feitas por IA; entenda as novidades

Atualização já estava sendo testada há alguns meses, mas agora foi oficializada. Pesquisa terá as chamadas AI Overviews, que usam inteligência artificial para gerar textos, planejar roteiros e analisar vídeos. Respostas geradas por inteligência artificial no Google Divulgação/Google O Google começou a mudar de vez sua busca para mostrar mais resultados gerados com inteligência artificial (IA). A atualização estava sendo testada há alguns meses, mas agora foi oficializada. Com a mudança, a busca vai mostrar para todos as chamadas AI Overviews (visão geral da IA, em tradução direta). Elas começaram a ser liberadas na terça-feira (14) para usuários nos Estados Unidos e chegarão em breve a mais países, segundo o Google. As AI Overviews serão usadas para: Criar textos curtos que respondam a dúvidas do tipo "como limpar um sofá" Gerar respostas em diferentes níveis de profundidade (padrão, simples ou detalhado) Responder a questões complexas em apenas uma busca, em vez de exigir várias pesquisas Planejar roteiros para usuários, como uma semana de alimentação saudável ou uma viagem Analisar vídeos e tirar dúvidas sobre o que aparece na gravação com ajuda do Google Lens De acordo com o Google, o recurso foi usado bilhões de vezes dentro do Search Labs, seu programa para usuários testarem recursos que ainda estão sendo desenvolvidos. "Descobrimos que, com as AI Overviews, as pessoas usam mais a pesquisa e ficam mais satisfeitas com os resultados", disse, em comunicado, a chefe de busca no Google, Liz Reid. A empresa diz que planeja levar o recurso para ao menos 1 bilhão de usuários até o final de 2024. Respostas mais complexas Junto com as respostas geradas por IA, o Google vai oferecer aos usuários opções de gerar respostas mais simples ou mais detalhadas. Segundo a empresa, o formato ajuda tanto quem está buscando informações rápidas por curiosidade quanto quem está começando a pesquisar um assunto e deseja se aprofundar nele. O buscador poderá ainda tirar dúvidas que só seriam resolvidas em várias etapas. Ele poderá ser usado, por exemplo, para buscar um estúdio de ioga em uma região e, ao mesmo tempo, pedir informações sobre mensalidade e rotas até o local. Os recursos chegarão em breve ao Search Labs, mas, inicialmente, somente para usuários nos EUA. Recurso de IA do Google vai ajudar a resolver várias dúvidas com apenas uma busca Divulgação/Google Buscas com vídeo Por meio do Google Lens, o buscador poderá analisar vídeos em que usuários mostram objetos sobre os quais querem ter mais informações. No exemplo da empresa, há um vídeo que exibe uma peça de toca-discos com defeito e a pergunta do usuário. Logo em seguida, o buscador mostra um texto gerado por IA com as possíveis causas do problema. Esta funcionalidade também será liberada primeiro para usuários nos EUA. Busca por vídeo em recurso de inteligência artificial no Google Divulgação/Google Links para sites As respostas feitas com inteligência artificial poderão mostrar links para sites como complemento para a informação. E o antigo formato de resultados da busca será exibido logo após o conteúdo gerado por IA, ou seja, será preciso rolar mais a página para chegar aos links convencionais. Segundo o Google, as AI Overviews ajudam os usuários a visitarem uma variedade maior de sites. Além disso, links que aparecem na resposta gerada por IA costumam receber mais cliques, informou a empresa. Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas

17/05/2024

Como um emoji é criado? Sabia que você pode sugerir um? Veja os critérios e o que fazer

Existe uma organização sem fins lucrativos que é responsável por lançar novos emojis a cada ano. Saiba como enviar a sugestão. Dia Mundial do Emoji é comemorado em 17 de julho Reprodução/g1 Não importa se você fala português, inglês ou mandarim: ao enviar um "?", todo mundo vai entender que algo não está bem. Esse e os mais de 3,5 mil emojis que estão disponíveis no teclado do seu celular vieram para facilitar e unificar a comunicação. Mas você já parou para pensar em como eles foram parar lá? Esse processo é mais complexo do que se imagina e foi se aperfeiçoando nas últimas décadas, desde que as "carinhas" foram criadas, em 1997. Naquela época, o que se tinha era um número bastante limitado de expressões faciais e ícones, com uma aparência bem diferente do que estamos acostumados: eram imagens sem cor e com poucos detalhes visuais. Primeiros emojis criados não eram coloridos Reprodução/Softbank/Emojipedia Mesmo assim o sucesso foi grande. Tanto que, de lá para cá, eles chegaram a ganhar uma data em homenagem: o Dia Mundial do Emoji é celebrado em 17 de julho. E, hoje, para que um emoji apareça na conversa no grupo da sua família, ele precisa convencer um grupo de pessoas específicas, onde é analisado ?, desenvolvido ?? e aprovado ? até ser liberado para uso ?pelas empresas de tecnologia. A responsável por tudo isso é a Unicode, uma organização online, sem fins lucrativos, formada por profissionais da área de tecnologia e voluntários, que padroniza os códigos usados por diferentes sistemas operacionais para que uma mesma informação seja compreendida em qualquer dispositivo. Essa regulação é importante para que a comunicação não vire uma bagunça. "Se cada empresa pudesse criar seus próprios emojis, não haveria nenhuma garantia de que as codificações escolhidas seriam as mesmas. Seria como eu te mandar um "A" e aparecer um "B" para você", explica Pedro Louback Castilho, engenheiro de software e cofundador da Cumbuca, um aplicativo de finanças brasileiro. Apesar de padronizar, a Unicode permite a cada empresa escolher como o emoji será representado visualmente. Por isso, se você tem um iPhone, que opera no sistema iOS, as figuras são diferentes de quem tem um smartphone com Android. "Uma coisa que a Apple faz, por exemplo, é 'sobreescrever' alguns emojis pra produtos dela. No iPhone, o fone de ouvido aparece como um AirPods Max", observa o engenheiro de software Mario Souto, do canal no YouTube DevSoutinho. Cada empresa escolhe como vai representar visualmente o emoji Reprodução/Emojipedia Blue Origin, de Bezos, tenta 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos neste domingo; conheça a missão ? Critérios para o seu emoji ser aprovado Talvez você nem tenha reparado, mas, anualmente, a Unicode inclui cerca de 30 novos emojis à lista. Os mais recentes são a carinha derretendo ?, o dedo do meio, o coração feito com as mãos?, a pessoa grávida ?, entre outros. Apesar de serem diferentes do ponto de vista gráfico, todos esses ícones passaram por uma série de critérios antes de ficarem disponíveis no seu smartphone. De acordo com o comitê, para ser aprovado é preciso: ter múltiplos usos, com referências metafóricas que vão além do que a figura em si representa; combinar com outros emojis para comunicar algo novo; representar algo que ainda não é representável; ser diferente, inovador e, ao mesmo tempo, ter relevância global; ser compatível com emojis que já são populares; apresentar evidências de que será frequentemente utilizado. ?Como criar um emoji Para atender às necessidades de comunicação de forma democrática, nada melhor do que a própria comunidade para sugerir quais serão os novos ícones. Por isso, todos os anos são abertas inscrições para que qualquer pessoa possa criar o desenho de um novo emoji e enviar como proposta. Veja o passo a passo?: entrar no site da Unicode (www.unicode.org) e ler o regulamento; certificar-se de que o emoji que você quer sugerir não existe e também não está em análise; verificar se ele se encaixa nos critérios exigidos (citados acima); preencher todos os campos do formulário com a proposta em PDF; incluir imagens do ícone; enviar a proposta no prazo (em 2024, propostas serão aceitas até 31 de julho). ??Mas, atenção: nem tudo pode virar emoji. Sugestões muito específicas, como "bolo de chocolate", que pode ser representado pelo bolo comum ?, ou um conceito transitório, como memes ? que correm o risco de ficarem "velhos" rapidamente ? não são aprovadas. Também são fatores de exclusão ideias que sejam muito "pesadas" para os sistemas operacionais. "À medida que novos emojis estão sendo adicionados ao padrão Unicode, muitas categorias estão atingindo ou estão em um ponto de saturação. Como resultado, o Consórcio Unicode aprova cada vez menos propostas todos os anos", esclarece a organização. Leia também: Qual é o emoji mais popular? E qual o coração menos usado? Teste seus conhecimentos Como símbolos universais ganham significados diferentes por quem os usam ??? Selfie: saiba como tirar a melhor foto Quiz dia do Emoji Leia também: Como limpar a lente da câmera do celular? Estudo contraria ideia de que jovens brasileiros fazem parte de faixa etária que mais usa internet Youtubers ensinam como lucrar com uso de inteligência artificial para criar vídeos e livros infantis 'em minutos' 17 de julho: dia mundial do emoji Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas

17/05/2024

Blue Origin, de Bezos, tenta 1º voo espacial tripulado em quase 2 anos neste domingo; conheça a missão

Empresa planeja levar seis turistas ao espaço em viagem de cerca de 10 minutos. Esta será a primeira tentativa do tipo depois de correções em modelo de foguete que caiu em setembro de 2022. Falha em foguete da Blue Origin, em missão realizada em setembro de 2022 Reprodução/Blue Origin A Blue Origin, empresa de foguetes do bilionário Jeff Bezos, deve voltar a fazer um voo com tripulantes após quase dois anos. A missão foi marcada para este domingo (19), às 10h30 (horário de Brasília). Batizada de NS-25, a missão marcará o retorno de missões tripuladas com a nave New Shepard. A empresa levará seis pessoas ao espaço em um voo que deve durar cerca de 10 minutos. O último voo tripulado da Blue Origin aconteceu em agosto de 2022. Um mês depois, um foguete da empresa caiu por conta de uma falha logo após o lançamento. A nave não estava tripulada e não houve feridos, segundo a companhia. Um novo voo só foi feito em dezembro de 2023, ainda sem passageiros. Agora, a Blue Origin deve realizar sua sétima missão tripulada. Saiba mais sobre a missão NS-25. Como será o voo? Como em suas missões anteriores, a Blue Origin planeja fazer um voo suborbital, em que o objetivo é fazer a nave superar a Linha de Kárman, a 100 quilômetros de altitude, tratada por convenção como o início do espaço. O trajeto dura cerca de 10 minutos e, em um trecho, a tripulação pode experimentar a sensação de gravidade zero. Este será o 25º lançamento de um foguete da Blue Origin e o 7º com passageiros. Voo orbital x suborbital: entenda as diferenças entre as missões espaciais VÍDEO mostra reação de turistas espaciais com sensação de gravidade zero Entenda a diferença de voo suborbital e orbital Quem são os passageiros? O voo terá seis passageiros, a lotação máxima da New Shepard. No comunicado sobre os tripulantes, a Blue Origin destacou a presença de Ed Dwight, o primeiro negro a ter se candidatado a uma vaga como astronauta nos Estados Unidos. Ele fez o treinamento da Força Aérea dos EUA e, em 1963, chegou a ser recomendado à Nasa, agência espacial americana, mas não foi selecionado para o cargo. Com 90 anos e 8 meses, Dwight também poderá ser tornar a pessoa mais velha a chegar ao espaço. O recorde é de William Shatner, ator que interpretou Capitão Kirk em "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek") e foi ao espaço com 90 anos e 6 meses. Os outros tripulantes da NS-25 são os empresários Mason Angel, Sylvain Chiron e Kenneth L. Hess, a contadora aposentada Carol Schaller e o piloto de aviões Gopi Thotakura. Passageiros da missão NS-25, da Blue Origin Divulgação/Blue Origin Por que os voos tinham sido suspensos? As missões da Blue Origin foram suspensas por conta de um acidente em um voo sem tripulantes. Em setembro de 2022, um foguete da empresa caiu um minuto depois da decolagem (relembre o acidente abaixo). A falha aconteceu quando o foguete estava próximo de atingir a pressão máxima, também conhecida como "Max-Q". A nave voava a 1.126 km/h, a 8.500 metros de altitude. Foguete da Blue Origin cai após decolagem sem deixar feridos A Blue Origin disse, na ocasião, que houve uma "falha no mecanismo de impulsão" do foguete. Devido ao problema, a cápsula (a parte superior do veículo) foi ejetada e ficou intacta para uma aterrisagem forçada, como previsto em situações como essa. A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) determinou que a empresa investigasse o caso. E, em setembro de 2023, informou que ela não poderia retomar seus voos até fazer 21 correções no foguete New Shepard. Lançamento do foguete New Shepard, da Blue Origin, em agosto de 2022 Divulgação/Blue Origin Segundo a FAA, a investigação apontou para uma falha no bocal do motor do foguete, causada por temperaturas mais altas do que o esperado no equipamento. Por isso, a Blue Origin deveria redesenhar componentes do motor e do bocal. A empresa fez as correções e voltou a fazer um lançamento em dezembro de 2023. A missão não teve tripulantes e só levou ao espaço cargas de ciência e pesquisa e milhares de cartões postais criados por estudantes (relembre abaixo). LEIA TAMBÉM: Confira os 5 golpes do PIX mais comuns feitos pelo celular O que são chaves de acesso e por que elas podem pôr fim ao login com senha em apps e redes sociais O que é a Starship, a nave espacial da SpaceX Como foi o último voo da Blue Origin Blue Origin volta a lançar New Shepard, 15 meses após acidente com foguete Relembre o melhor voo da Starship, maior foguete do mundo SpaceX faz o melhor voo teste da Starship, maior nave do mundo; veja vídeo

16/05/2024

Android terá 'modo ladrão' que bloqueia tela do celular caso alguém o arranque de sua mão

Chamado de 'Theft Detection Lock', recurso usa IA para identificar movimentos que possam indicar roubo. Segundo a empresa, ele estará disponível ainda este ano em smartphones com Android 10 ou superior. Homem com celular na mão na região central de São Paulo Celso Tavares/g1 O Google anunciou um recurso para o Android que funciona como uma espécie de "modo ladrão". A novidade, criada para combater roubos, poderá bloquear a tela do celular ao identificar que alguém arrancou o aparelho de sua mão abruptamente. Chamada de "Theft Detection Lock" ("bloqueio de detecção de roubo"), a novidade foi revelada durante o Google I/O, evento anual da empresa para desenvolvedores, e estará disponível ainda este ano em dispositivos a partir do Android 10, segundo a empresa "Esse recurso usa a inteligência artificial do Google para detectar se alguém arranca seu telefone de sua mão e tenta correr, andar de bicicleta ou ir embora", explica a gigante das buscas. Com isso, o "Theft Detection Lock" será útil em casos como o da "gangue da bicicleta", em que criminosos atacam pedestres distraídos para roubar aparelhos celulares. A ação se tornou frequente especialmente na região central da cidade de São Paulo. Também no evento, a empresa anunciou mais medidas contra roubo e furto do smartphone. A tela do dispositivo passará a será bloqueada quando o sistema identificar muitas tentativas de autenticação sem sucesso. O acesso aos conteúdos do celular também será trancado caso o criminoso tente desconectar o aparelho por várias vezes seguidas. Android terá 'modo ladrão' que bloqueia tela do celular caso alguém o arranque de sua mão Reprodução/Google LEIA TAMBÉM: Celular perdido? Veja como localizar iPhone e Android pelo computador ou por app

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